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A Weg informou ao mercado que o conselho de administração da companhia aprovou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor total de R$ 86.882.122,10, correspondente a R$ 0,020705882 por ação, aos titulares de ações escriturais em 24 de setembro de 2021.

Foto: Arquivo
Weg pagará R$ 86,8 milhões em JCP para seus acionistas em março de 2022 - Foto: Reprodução

De acordo com a companhia, em comunicado divulgado aos acionistas, o pagamento dos proventos ocorrerá no dia 16 de março de 2022 no valor líquido de 0,017600000 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%.  De 27 de setembro de 2021 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”.

Recomendação

Neste mês, cinco casas de investimentos divulgaram que as ações da Weg estão entre as principais recomendações de compra para o período. A companhia está entre as principais recomendações da XP, BTG Pactual, CM Capital e Genial Investimentos.

Os papéis da empresa caíram 22% desde seu pico em janeiro deste ano, o que os operadores do mercado consideram exagerado.

Em relatório, a CM Capital ressalta que a Weg ainda defende uma região de suporte e busca uma recuperação, projetando a região que vai de R$ 38 a R$ 43. No último pregão, quarta-feira, 1, a ação fechou cotada a R$ 36,29.

Para os analistas do BTG Pactual Digital, "essa recente queda está levando as ações da Weg a retomar níveis de valuation mais razoáveis", o que eleva o entusiasmo com a empresa.

A XP afirma que vê a companhia bem-posicionada para continuar entregando fortes resultados operacionais, com a retomada de investimentos globais e devido ao "portfólio altamente diversificado suportando um sólido crescimento de receita no curto prazo".

Os analistas da corretora afirmam, ainda, que "dada a exposição da companhia a diversos mercados, os riscos políticos num âmbito doméstico podem ser compensados por uma maior relevância de mercados externos". Cerca de 55% da receita da Weg vêm do mercado internacional.

Levando em conta o agravamento da crise hidrológica no País, o BTG considera, também, que a companhia de bens de capital traz "defensividade" ao portfólio, "ao destacar a importância de diversificar a matriz energética do Brasil para outras fontes, como a eólica e a solar".

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