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Mercado ao vivo: acompanhe as movimentações da Bolsa e do dólar nesta segunda-feira, 1° de agosto

Mercados internacionais operam sem direção única em meio a divulgação de uma série de dados

Bolsa
Data de publicação:01/08/2022 às 10:59 Atualizado 2 meses atrás
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A Bolsa de Valores inicia o mês de agosto em terreno negativo, puxada por empresas exportadoras de commodities. Às 15h30 desta segunda-feira, 01, o Ibovespa tinha queda de 1,09%, aos 102.045 pontos, com os investidores na expectativa pela reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima quarta-feira, 03, e repercutindo dados econômicos internacionais.

As principais contribuições para a baixa do índice vêm das exportadoras de petróleo e minério de ferro, que recuam na esteira da desvalorização das commodities, com a cautela de que importantes economias do mundo estejam entrando em um período de recessão econômica, com baixa atividade e baixa demanda pelos produtos. Vale e Petrobras, empresas com mais peso na composição do Ibovespa, caíam 2,04% e 1,79%, respectivamente, no mesmo período.

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Sede da B3, a Bolsa de Valores brasileira | Foto: B3/Divulgação

No cenário doméstico, as atenções estão voltadas ainda para a decisão de política monetária do Copom. O consenso do mercado é que o Comitê deve elevar a Selic, taxa básica de juros, em meio ponto percentual, a 13,75% ao ano. Com esses movimentos no radar, o dólar opera em alta, e às 15h30, subia 0,34%, cotado a R$ 5,19.

O dia na Bolsa

Maiores altas da Bolsa

EmpresaCódigoVariação
PetzPETZ3+6,40%
Raia DrogasilRADL3+5,86%
QualicorpQUAL3+4,67%
Magazine LuizaMGLU3+4,65%
LocawebLWSA3+3,55%
Fonte: B3 | Dados atualizados às 11h10

Maiores baixas da Bolsa

EmpresaCódigoVariação
PetroRioPRIO3-4,29%
BraskemBRKM5-4,12%
SLC AgrícolaSLCE3-3,11%
3R PetroleumRRRP3-3,09%
GerdauGGBR4-2,86%
Fonte: B3 | Dados atualizados às 11h10

Mercados internacionais

Após o mês de julho acabar como o melhor mês para as ações nos Estados Unidos desde novembro de 2020, os mercados amanheceram em mais um dia de alta neste pregão.

Na Europa, a semana começou com a divulgação de uma série de dados. Analistas do BTG Pactual destacam a taxa de desemprego na zona do euro, que ficou estável em 6,6% em junho ante maio e em linha com o esperado pelo mercado, e o PMI industrial do bloco, que caiu para 49,8 pontos em julho, de 52,1 em junho. Com estes números e o tom negativo no mercado americano, as bolsas europeias operam sem direção única e com bastante volatilidade.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente no positivo. A predominância do apetite por risco na região veio após as bolsas de Nova York encerrarem o mês de julho com ganhos significativos, favorecidas por balanços corporativos melhores do que o esperado e sinais de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) poderá moderar o ritmo de aumento de juros nos próximos meses.

Neste contexto, ficaram em segundo plano os últimos PMIs industriais da China, que apontaram desaceleração da manufatura num momento em que o gigante asiático ainda tenta se recuperar dos efeitos de surtos de covid-19. Dados oficiais mostraram que o PMI industrial chinês caiu de 50,2 em junho para 49 em julho, sinalizando contração no setor manufatureiro. Já a pesquisa da S&P Global/Caixin Media mostrou o PMI recuando de 51,7 para 50,4, com a manufatura ainda se expandindo.

Desempenho das bolsas americanas

  • Dow Jones: alta de 0,10%
  • S&P 500: alta de 0,07%
  • Nasdaq 100: alta de 0,57%

Dados atualizados às 11h10

Desempenho das bolsas europeias

  • Stoxx 600 (Europa): baixa de 0,03%
  • FTSE 100 (Inglaterra): alta de 0,03%
  • DAX (Alemanha): alta de 0,29%
  • CAC 40 (França): alta de 0,15%

Dados atualizados às 11h10

Fechamento das bolsas asiáticas

  • Xangai Composto (China): alta de 0,21%
  • Shenzhen Composto (China): alta de 0,97%
  • Hang Seng (Hong Kong): alta de 0,05%
  • Nikkei (Japão): alta de 0,69%
  • Kospi (Coréia do Sul): alta de 0,03%
  • Taiex (Taiwan): baixa de 0,12%

Com Agência Estado

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