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A B3 inicia nesta segunda-feira a negociação do Trend ETF Nasdaq 100, gerido pela XP Asset Management, gestora de investimentos da XP. O ETF é voltado para investidores em geral e será negociado sob o ticker NASD11.

Foto: B3/Divulgação
Sede da B3 em São Paulo - Foto: B3/Divulgação

O novo ETF tem sua rentabilidade está atrelada ao índice de referência Nasdaq 100, que é composto pelas cem das maiores empresas não financeiras listadas na bolsa eletrônica Nasdaq, nos Estados Unidos, incluindo grandes empresas de tecnologia.

Isso significa que ao aplicar no NASD11, o investidor estará aplicando em ativos internacionais.

Carteira diversificada

De acordo com Nilton Neves, diretor de Negociação Eletrônica da B3, o produto é uma boa opção para os investidores que buscam diversificação na carteira. Conheça a lista completa de ETFs listados no Brasil.

“Com o ETF é possível realizar investimentos em empresas globais com praticidade e eficiência, através da bolsa brasileira”, comenta Neves. 

A modalidade também agrada aos investidores que buscam facilidade na hora de investir, já que com o ETF é possível investir em diferentes ativos com uma única transação, além de contar com uma gestora responsável por administrar o fundo. 

O ETF seguirá a mesma dinâmica de negociação de ETFs de Índices Internacionais na B3. Para adquirir uma cota, o investidor deve ter uma conta aberta e ativa em uma corretora brasileira, realizar uma ordem de compra, e a corretora executará a operação.

O que é um ETF?


O ETF é um produto estruturado para o investidor individual que deseja se expor a uma determinada classe de investimentos, mas sem uma seleção personalizada de ativos. É uma forma prática e rápida para diversificação de uma carteira.

Para esse processo, o fundo cobra dos seus cotistas uma taxa de administração, assim como acontece nos demais produtos do mercado financeiro.

No entanto, elas costumam ser bem baratas em relação aos fundos ativos pela facilidade para execução da estratégia. Vale lembrar que a função do gestor será "copiar" um índice, sem exigir uma análise aprofundada dos ativos.

Essa pode ser uma boa solução para quem deseja investir em uma classe de ativo, mas não se interessa em uma análise qualitativa da categoria, como adiantamos na introdução, mas também para produtos que não são tão acessíveis para o brasileiro — como os investimentos internacionais.

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Repórter do Portal Mais Retorno.

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