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Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da XP - certificados que representam as ações da corretora listada nos Estados Unidos - passarão a ser negociados na B3 a partir desta segunda-feira, 4. E os acionistas do Itaú receberão esses títulos que correspondem às ações da corretora.

O movimento marca a conclusão da saída do banco do capital da corretora, posição que detinha desde 2017.

Foto: Arquivo
Com a saída do Itaú da XP, acionistas do banco passarão a deter BDRs da XP - Foto: Reprodução

Cerca 500 mil acionistas do banco passarão a deter BDRs da XP. A Itaúsa, holding que detém o controle do Itaú, terá com isso uma fatia de cerca de 15%.

Pelo valor das ações da XP do último dia do pregão, os BDRs representam mais de R$ 20 bilhões. Com isso, investidores brasileiros poderão ter acesso direto na B3 aos papéis da XP, que tem capital aberto na Nasdaq.

Novos BDRs na Bolsa

Na semana passada, a BlackRock lançou cinco novos BDRs (Brazilan Depositary Receipts, em inglês) de ETFs (Exchange Traded Funds ou fundos de índices) juntamente com a B3, a Bolsa de Valores.

Os novos produtos são voltados para investidores qualificados, que tenham pelo menos R$ 1 milhão em capital investido.

 Atualmente, a Bolsa brasileira detém 74 BDRs ligados a fundos de índices. A boa notícia é que 45 deles podem ser acessados por investidores pessoas físicas.

Lastreados em fundos de índices listados em Nova York, os novos BDRs estão atrelados a mercados como o de semicondutores e ao ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês). / com Agência Estado

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