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A plataforma que fornece serviços e conteúdos para investidores, Traders Club (TC) vive um primeiro pregão de valorização acentuada na Bolsa de Valores brasileira, a B3. No fechamento desta quarta-feira, 24, os papéis da companhia dispararam 32,63%, negociados a R$ 12,60.

As ações da empresa são negociadas pelo código TRAD3.

Traders club
Escritório do Traders Club em São Paulo | Foto: Divulgação

A oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), que contou com a emissão de mais de 63 milhões de ações, levantou para a companhia R$ 606,9 milhões, entre lote principal e lote suplementar. O preço por ação para início das negociações foi definido, nesta segunda-feira, em R$ 9,50, acima do piso da faixa indicativa, que variava entre R$ 9 e R$ 11,25.

A avaliação de mercado do TC em sua estreia está em torno de R$ 2,7 bilhões. Os principais investidores no IPO da companhia foram as gestoras Itaú Asset, Núcleo e Moat, além do Mercado Bitcoin, plataforma de negociação de criptomoedas. A oferta pública foi coordenada pelos bancos BTG Pactual e Modal Mais.

Sobre a Traders Club

Fundada em 2016, a plataforma Traders Club é focada em temas ligados ao mercado financeiro. De acordo com os dados apresentados no prospecto preliminar da empresa, o seu crescimento foi de 325% entre janeiro e abril de 2021 comparado ao mesmo período do ano passado, com uma receita líquida de R$ 21 milhões.

A plataforma tem uma base de 470 mil usuário no aplicativo e, em abril deste ano, 75 mil destes eram pagantes. O lucro líquido registrado em 2020, ainda segundo o prospecto, foi de R$ 13 milhões. Enquanto isso, o Ebtida (lucro antes de juros) da empresa ficou em R$ 18,8 milhões no mesmo período.

O valor angariado com o IPO será utilizado para futuras aquisições, desenvolvimento e aprimoramento da plataforma, além de investimentos no marketing.

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Repórter na Mais Retorno

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