Economia

A adquirente de cartões Stone registrou lucro líquido de R$ 158,3 milhões, ligeiramente em queda em relação ao obtido no mesmo período do ano passado, quando somou R$ 158,6 milhões (-0,2%). O resultado é bem inferior aos R$ 306,1 milhões registrados no quarto trimestre de 2020.

Máquininhas Stone - fonte: tecnoblog
Lucro líquido obtido pela Stone no primeiro trimestre de 2021 foi bem abaixo do registrado nos três últimos meses de 2020 - Foto: Stone/Reprodução

No critério ajustado, o lucro líquido obtido pela companhia entre janeiro e março deste ano foi de R$ 187,4 milhões, com crescimento de 15,5% contra o primeiro trimestre do ano passado.

Segundo a companhia, nos primeiros meses deste ano houve o impacto de R$ 115,8 milhões com provisões de crédito e incentivos financeiros relacionados à covid-19 dados a clientes.

O volume de transações (TPV) registrado pela Stone nos primeiros três meses deste ano chegou a R$ 50,1 bilhões, número 35,5% maior que no mesmo período de 2020. Quando excluído o volume de Coronavouchers, o TPV ficou em R$ 50,8 bilhões, 34,9% maior, na mesma comparação.

O total de receitas apurado pela Stone, que ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão nos três últimos meses do ano passado, ficou em R$ 867,7 milhões no primeiro trimestre deste ano. O número representa, no entanto, um crescimento de 21,1% em relação à receita angariada nos primeiros três meses de 2020.

No período, a companhia teve uma adição líquida total de 60.200 clientes, chegando a uma base ativa de 722,3 mil. Em todo o ano passado, a Stone havia adicionado 171,7 mil clientes à sua base.

GMV e perspectivas para o futuro

Segundo o diretor-presidente da Stone, Thiago Piau, em relatório, “ao atuar tanto no core business da Stone quanto em nossa estratégia de software, acreditamos que estaremos em uma posição muito mais forte para obter cerca de R$ 4,7 trilhões de GMV”.

Piau complementa que “nesse sentido, o nosso investimento no Banco Inter e as parcerias comerciais que pretendemos construir nos proporcionarão novos aprendizados e experiências”.

“Continuamos confiantes em nosso negócio principal e entusiasmados com nosso crescimento e oportunidades futuras. Continuaremos nossos esforços para sermos protagonistas da revolução financeira e comercial de nosso país”, conclui. / com Agência Estado

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