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Nesta quarta-feira, a Itaú Asset Management lança na B3 mais dois ETFs temáticos, que investem em empresas globais ligadas a novas tendências de consumo: os fundos MILL11 e DNAI11.

O MILL11, que procurará replicar o desempenho do MSCI USA IMI Millennials Select 50, estará focado no investimento em companhias que oferecem produtos e serviços para millenials.

Já o DNAI11, que buscará replicar MCSI USA IMI Genomic Innovation Select 50, investirá em negócios que tendem a se beneficiar do crescimento de soluções nas áreas de saúde e agricultura baseadas em sequenciamento genético.

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A incursão da Itaú Asset no mercado de ETFs temáticos prossegue com o lançamento de mais um no dia 23, também na B3, o SHOT11, com a carteira direcionada a empresas de tecnologia com potencial disruptivo. Esse terceiro ETF estará atrelado ao S&P Kensho Moonshots, um índice da Standard & Poor’s (S&P).

As cotas dos três fundos serão negociadas na B3 e estrearão com preço abaixo de R$ 100 cada uma. É possível começar a investir a partir de apenas uma cota. A taxa de administração é de 0,50% ao ano nos três ETFs.

ETFs ligados a benefícios à saúde

No dia 9, a Itaú Asset Management lançou o primeiro ETF (Exchange Trade Fund) com índice da Morningstar no País. Inserido em mercado temático, o HTEK11 acompanhará o índice Morningstar US Exponential Technologies Healthcare formado por ações de 50 empresas de tecnologia, em negociação no mercado americano, posicionadas para se beneficiar dos temas de Medicina & Neurociência e Bioinformática.

A ideia do produto, de acordo com o banco, é se alinhar a inovações tecnológicas que estão transformando a área de saúde, com potencial não apenas de melhorar a qualidade de vida, mas também como uma oportunidade de investimento. Os papeis de empresas do setor de medicina se juntam às de outras que já fazem parte do índice, como Eli Lilly, Johnson & Johnson, Bristol-Myers Squibb, entre outras.

Para o presidente da Morningstar Indexes, Ron Bundy, o novo produto abre a possibilidade de alocação sofisticada para os investidores brasileiros. “O índice Morningstar US Exponential Technologies Healthcare foi projetado para oferecer aos investidores uma exposição concentrada a empresas identificadas pela Equity Research da Morningstar como sendo posicionadas para experimentar benefícios econômicos significativos como usuários ou produtores de tecnologias promissoras.”

O HTEK 11 tem uma taxa de administração de 0,50% ao ano e o investidor paga imposto de renda pela alíquota de 15%, independentemente do tempo de aplicação. Não há incidência de IOF.

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O gestor fará o rebalanceamento dos papeis em carteira uma vez por ano, em dezembro, para acompanhar as mudanças no mercado a aproveitar novas oportunidades. O investidor conta com liquidez diária, a possibilidade de resgate na hora que precisar, e pode negociar os títulos pelas plataformas das corretoras.

Mercado bastante conhecido e desenvolvido no exterior, mas regulamentado no Brasil apenas em 2002, o segmento passou a ser conhecido e a ganhar mais espaço na carteira dos investidores, além de novos produtos na B3, só recentemente. 

Um ETF (Exchange Traded Fund) é um fundo de investimentos atrelado a um índice de referência e tem as cotas negociadas na bolsa de valores, a B3, como se fossem ações. Seu desempenho oscila de acordo com a variação dos papéis da carteira e a oferta e a procura pelas cotas.

BlackRock oferece BDRs lastreados em ETF

A gestora global de ativos financeiros BlackRock passou a disponibilizar na B3, no início de maio, uma leva de 26 novos BDRs (Brazilian Depositary Receipts) lastreados em ETFs internacionais. Dentre os novos produtos, um BDR de ETF referenciado em mercado imobiliário, o primeiro na B3. Todos os BDRs têm como lastro ETFs (fundos que replicam índices) listados no mercado de ações dos Estados Unidos.

Os produtos estão disponíveis, por enquanto, apenas para os investidores qualificados, com capital investido acima de R$ 1 milhão, mas a intenção é tornar o produto disponível também para investidores no varejo. A gestora tem 65 BDRs de ETFs listados na B3, dos quais 23 disponíveis para todos os investidores, explica Carlos Takahashi, CEO da BlackRock no País.

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Colaborador do Portal Mais Retorno.

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