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Economia

BC: transações com o Pix já somam R$ 787,2 bilhões até março

A utilização do Pix – o serviço brasileiro de pagamentos instantâneos – já supera a de outros meios de pagamentos mais antigos, como DOC, TED e…

Data de publicação:21/05/2021 às 08:28 -
Atualizado um ano atrás
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A utilização do Pix - o serviço brasileiro de pagamentos instantâneos - já supera a de outros meios de pagamentos mais antigos, como DOC, TED e boleto bancário. A constatação foi feita nesta quinta-feira, 20, pelo Banco Central por meio do documento Pix: O novo meio de pagamento brasileiro.

Transações financeiras pelo Pix já ultrapassou o uso de TED, DOC e boletos, segundo BC - Foto: Reprodução

Em operação desde 16 de novembro do ano passado, o meio de pagamento registrava no fim de março, conforme o BC, 206,6 milhões de chaves - identificadores como e-mail, CPF, CNPJ, celular ou número aleatório, utilizados para o recebimento de recursos.

No documento, o BC informou que entre novembro de 2020 e março de 2021 foram feitas 1 bilhão de transações por Pix, em um total de R$ 787,2 bilhões.

"Comparando com outros meios de pagamento, nota-se que o uso do Pix vem crescendo a cada mês e já é maior que o uso de TEDs e de DOCs somados. Em março, a quantidade de Pix superou a quantidade de boletos liquidados", disse o BC.

Desde o seu lançamento, aproximadamente 75 milhões de brasileiros usaram o Pix, seja para pagar ou receber. Ou seja, 45% da população adulta do Brasil já optou pelo Pix em algum momento.

Meio de pagamento democrático

O Pix foi construído para democratizar o acesso a meios de pagamentos eletrônicos, impulsionar a eletronização dos pagamentos e alavancar a competitividade e a eficiência do mercado. É um instrumento versátil que pode ser usado nas mais diversas situações de transferência de recursos envolvendo pessoas, empresas ou governo. 

 “Milhões de brasileiros já usam o Pix no seu dia a dia e o pagamento para empresas está com uma taxa média de crescimento bastante acelerada, em 57,5% ao mês. Esse meio de pagamento veio para ficar e continuará evoluindo com novas funcionalidades”, afirmou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. / com Agência Estado

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