Economia

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,1% no trimestre encerrado em junho, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta terça-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

taxa de desemprego
A população ocupada, 87,8 milhões, cresceu 2,5% em relação ao trimestre móvel anterior e 5,3% frente ao mesmo trimestre de 2020

O resultado veio no piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 14,1% e 14,8%, com mediana de 14,5%. Em igual período de 2020, a taxa de desocupação medida pela Pnad Contínua estava em 13,3%. No trimestre até maio, a taxa de desocupação estava em 14,6%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.515,00 no trimestre encerrado no mês de junho. O resultado representa queda de 6,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 215,490 bilhões no trimestre até junho, queda de 1,7% ante igual período do ano anterior, informou o IBGE.

Já a população desalentada - aquela que está fora da força de trabalho por não conseguir emprego e desistiu de procurar por acreditar que não terá uma vaga - registrada foi de 5,6 milhões caiu 6,5% ante o trimestre anterior e ficou estável no ano.

Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial e este porcentual, no trimestre, ficou em 5,2%, queda de 0,4 pontos percentuais tanto em relação aos três meses anteriores quanto ao mesmo período do ano passado. / com Agência Estado

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