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SPX Capital assume operações do Carlyle no Brasil

A SPX Capital, de Rogério Xavier, vai absorver as operações do Carlyle no Brasil em uma ofensiva no mercado de private equity. Com R$ 48 bilhões…

Data de publicação:11/05/2021 às 07:08 -
Atualizado um ano atrás
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A SPX Capital, de Rogério Xavier, vai absorver as operações do Carlyle no Brasil em uma ofensiva no mercado de private equity.

Com R$ 48 bilhões em ativos sob gestão, a gestora, além de abrir nova frente de negócio, sela parceria estratégica de longo prazo para ter acesso à plataforma global do fundo americano. Com o movimento, parte da equipe do Carlyle no Brasil vai para a SPX.

Foto: Carlyle/Reprodução
Recepção de um dos escritórios da gestora Carlyle - Foto: Carlyle/Reprodução

O time será liderado por Fernando Borges, chefe da gestora americana para a América do Sul. A transação deve ser concluída até o terceiro trimestre, a depender de aprovações regulatórias.

No mundo, o Carlyle tem cerca de US$ 260 bilhões. Considerando outros veículos, o Carlyle investiu US$ 3 bilhões no Brasil em 11 negócios. Ainda está em seis, avaliados em mais de R$ 20 bilhões.

Possui participação em empresas brasileiras como Tok&Stok, Ri Happy, Madero, Uniasselvi e Rede D'Or. Ao transferir as operações brasileiras à SPX, seu objetivo é se dedicar a negócios maiores.

De olho em grandes investimentos

Com o redesenho, a gestora de private equity simplifica a estrutura corporativa no Brasil e privilegia "grandes investimentos escaláveis”, a exemplo das participações em Rede D’Or, Qualicorp e CVC que o fundo US Buyout tem em conjunto com o de América do Sul.

Com a parceria, Carlyle e SPX poderão fazer investimentos conjuntos. “A parceria estratégica de longo prazo com a Carlyle fornecerá à SPX acesso à plataforma e aos recursos globais do Carlyle, que dão a opção de investir junto com a SPX em novos negócios acima de um determinado limite no futuro”, diz a gestora.

Fundada em 2010 por Rogério Xavier e outros dois sócios que vieram do antigo banco BBM – Daniel Schneider e Bruno Pandolfi –a asset tem alguns dos fundos multimercados mais cobiçados pelos investidores, mas fechados para captação.

Borges, que irá tocar a nova área na gestora, tem 25 anos de experiência em private equity, tendo atuado em mais de 20 transações no Brasil. / com Agência Estado

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