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Economia

Ministério da Economia sobe projeção do PIB de 2021 para 3,50%

O Ministério da Economia revisou para cima sua projeção para a recuperação da economia em 2021, e espera agora uma alta de 3,50% no Produto Interno…

Data de publicação:18/05/2021 às 12:15 -
Atualizado um ano atrás
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O Ministério da Economia revisou para cima sua projeção para a recuperação da economia em 2021, e espera agora uma alta de 3,50% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, de 3,20% estimado no Boletim Macrofiscal de março. A previsão consta na grade de parâmetros da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgada nesta terça-feira, 18.

Foto: Freepick
De acordo com o Ministério da Economia, PIB deve chegar a 3,50% em 2021 - Foto: Freepick

De acordo com a SPE, pode-se destacar a expectativa do bom resultado da atividade econômica no primeiro trimestre, "mesmo diante do aumento das regras legais de distanciamento e a despeito do fim do auxílio emergencial".

O órgão destaca ainda que setor de serviços tem apresentado recuperação em 2021 e está mais próximo do nível pré-crise. Para 2022, a estimativa de alta no PIB permaneceu em 2,50%.

O ministério manteve ainda as projeções de crescimento da economia de 2023, 2024 e 2025 - todas também em 2,50%.

No último relatório Focus, os analistas de mercado consultados pelo Banco Central estimaram uma alta de 3,45% para o PIB de 2021. Para 2022, a estimativa é de crescimento de 2,38%.

Projeções internacionais

A nova estimativa do PIB divulgada pelo Ministério da Economia vem um pouco acima das projeções da Organização das Nações Unidas (ONU), que, em relatório divulgado neste mês, aponta para um crescimento de 3,0% em 2021

Ante o relatório de janeiro, as projeções para o País tiveram corte de 0,2 ponto porcentual no ano atual e aumento de 0,2 ponto em 2022.

O Brasil é ainda citado em outro momento do documento, logo após mencionar que a política monetária pelo mundo "deve seguir acomodatícia".

"Como já visto no Brasil, porém, a crescente inflação devido a preços mais elevados de commodities e pressões de depreciação cambial podem levar a algum aperto monetário, o que pode minar ou retardar a recuperação", aponta a ONU. / com Agência Estado

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