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A Eneva reportou lucro líquido de R$ 686,5 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 87,9% em relação ao mesmo período de 2019. No acumulado do ano passado, o lucro da empresa subiu 67,7%, para R$ 1,007 bilhão.

O resultado foi impulsionado pela retomada do consumo de energia no País, somado à baixa disponibilidade dos reservatórios das hidrelétricas, que foram impactados pelo atraso no período úmido.

Imagem do Complexo da Parnaíba (divulgação)
Alta do lucro líquido da Eneva foi de 87,9% em relação ao 4º trimestre de 2019

"Passamos o trimestre inteiro despachando energia e a um preço mais alto, o que compensou o terceiro trimestre, que foi mais fraco", afirmou o diretor financeiro da companhia, Marcelo Habibe.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado ajustado (que exclui despesas com poços secos) foi de R$ 614,7 milhões, crescimento de 16,3% no quarto trimestre do ano passado, em base de comparação anual.

Considerando os 12 meses de 2020, houve aumento de 8,2%, para R$ 1,616 bilhão. A receita líquida do trimestre foi de R$ 1,223 bilhão, alta de 10%, enquanto no ano foi de R$ 3,243 bilhões, crescimento de 3,4%.

Os investimentos do período somaram R$ 630 milhões, dinheiro que foi utilizado para custear o avanço na construção Azulão Jaguatirica e Parnaíba V.

Segundo a Eneva, o avanço na construção e nas obras dos sites segue conforme cronograma revisado, divulgado no terceiro trimestre de 2020. A expectativa para o início de operação comercial dos projetos é durante o quarto trimestre de 2021 e o início de 2022, respectivamente.

Já o endividamento líquido da Eneva em 2020 ficou em R$ 5,2 bilhões, alta de 35,6% em relação a 2019./ ESTADÃO CONTEÚDO

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