Empresa

 A Lojas Americanas registrou lucro líquido consolidado de R$ 254,7 milhões no primeiro trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 7,1 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

Foto: Reprodução
Receita líquida de vendas da Lojas Americanas subiu 46,1% no segundo trimestre - Foto: Reprodução

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da varejista entre abril e junho ficou em R$ 1,070 bilhão, alta anual de 45%. A margem Ebitda ajustada foi de 15,5%, com leve recuo de 0,1 ponto porcentual ante o ano passado.

A receita líquida de vendas e serviços da empresa chegou a R$ 6,917 bilhões no segundo trimestre, avanço de 46,1%. A venda bruta de mercadorias (GMV, na sigla em inglês) foi de R$ 12,632 bilhões, avanço de 32,6%.

O resultado financeiro líquido da rede no trimestre foi de R$ 121,8 milhões, revertendo o indicador negativo de R$ 296,5 milhões do mesmo período de 2020.

A companhia encerrou o trimestre com posição de caixa líquido consolidado de R$ 3,455 bilhões, ante dívida de R$ 3,747 bilhões no fim de junho de 2020.

Americanas S.A: mais lojistas virtuais

A Americanas S.A reportou crescimento de 49,8% na quantidade de lojistas virtuais na plataforma, chegando a 104,5 mil. No entanto, apenas 4 mil estão na categoria fulfillment (coleta, armazenagem e entrega de mercadorias).

A empresa acelerou seu braço de venda de produtos importados de forma digital e agora tem cinco voos semanais de Hong Kong para Guarulhos (SP) para trazer produtos.

O prazo de entrega caiu de 21 para 10 dias. Nessa categoria, o sortimento de produtos cresceu 280%. A companhia ainda coloca força na categoria mercado por meio de parcerias, sendo esse segmento responsável por 54,2% dos itens vendidos.

Do lado financeiro, a Americanas também dá passos. A Ame, carteira digital da companhia, chegou a R$ 5,2 bilhões de TPV (Volume Total de Pagamentos), alta de 291% ante o mesmo período de 2020. A empresa ainda passou a dar microcrédito para negativados, por meio da SuperSim.

Tantos investimentos, neste trimestre, geraram um crescimento de 32,6% no GMV da companhia, mas custaram margem.

"A margem bruta sem efeitos recorrentes foi impactada negativamente pela maior penetração das vendas online e pelo ajuste de sortimento, priorizando itens essenciais no mix de vendas", afirma a companhia em seu release de resultados. / com Agência Estado

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


Veja mais Ver mais