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Economia

Rodrigo Nascimento recebe recomendação para conselho da Eletrobras

A Eletrobras anunciou na noite de ontem, 24, que o Conselho de Administração da estatal escolheu, por maioria, recomendar Rodrigo Nascimento, atual secretário do Ministério de…

Data de publicação:25/03/2021 às 08:43 -
Atualizado um ano atrás
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A Eletrobras anunciou na noite de ontem, 24, que o Conselho de Administração da estatal escolheu, por maioria, recomendar Rodrigo Nascimento, atual secretário do Ministério de Minas e Energia, para ocupar uma vaga em seu colegiado, visando o futuro exercício do cargo de presidente da companhia.

O nome dele será deliberado por acionistas em Assembleia Geral Ordinária (AGO) e então, se eleito, elevado ao posto.

Indicado pela União, Nascimento não foi selecionado pela assessoria Korn &Ferry, contratada pela empresa para fazer a seleção do novo CEO após a renúncia de Wilson Ferreira.

Eletrobras anuncia novo CEO
O Conselho Administrativo da companhia recomendou o nome de Rodrigo Nascimento para ser o novo CEO da companhia

No entanto, a Eletrobras ressaltou, por meio de fato relevante, que “ele foi avaliado e recomendado pelo Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração, entrevistado e aprovado, por maioria, pelo Conselho de Administração, e atende aos requisitos legais e de qualificação técnica necessários para o cargo”.

Formado em Direito pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), Rodrigo Nascimento é pós-graduado em Gestão em Empresa de Energia Elétrica pela FGV, em Direito Regulatório de Brasília pela UNB, tem MBA Executivo em Administração e é mestre em Economia do Setor Público pela UNB.

Controvérsias

A indicação de Nascimento ao cargo gerou a renúncia do conselheiro Mauro Gentile Rodrigues Cunha ao colegiado da estatal. Em manifestação, ele fala que o Conselho da Eletrobras "desviou do processo sucessório com o qual este conselho se comprometeu" ao acatar a indicação da União, desconsiderando a opinião da Korn & Ferry, que não recomendava Rodrigo ao cargo.

"Faço votos para que as sementes de governança plantadas persistam e voltem a florescer, levando a Eletrobras a novos voos para cumprir seu propósito de dar energia para o desenvolvimento sustentável da nossa sociedade", escreveu Gentile. / com Agência Estado

Sobre o autor
Julia Zillig
Repórter do Portal Mais Retorno.