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Economia

Banco Mundial cobra G-20 incentivo à participação em programa de alívio de dívida

O presidente do Banco Mundial, David Malpass, defendeu nesta segunda-feira, 29, que os países do G-20 tomem mais ações para encorajar credores bilaterais privados a aderirem ao programa de postergação de pagamento de dívidas a nações pobres.

Data de publicação:29/03/2021 às 16:17 -
Atualizado um ano atrás
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O presidente do Banco Mundial, David Malpass, defendeu nesta segunda-feira, 29, que os países do G-20 tomem mais ações para encorajar credores bilaterais privados a aderirem ao programa de postergação de pagamento de dívidas a nações pobres. "O alívio de dívida tem sido menor que o esperado", afirmou, em evento virtual da London School of Economics (LSE).

Segundo Malpass, entre maio e dezembro do ano passado, 43 governos conseguiram adiar o vencimento de cerca de US$ 6 bilhões. No entanto, o economista americano explicou que o impacto da medida tem ficado aquém das expectativas porque detentores de títulos soberanos privados seguem cobrando os passivos, mesmo em meio à crise provocada pelo coronavírus.

O presidente do Banco Mundial, David Malpass, defendeu que os países do G-20 tomem mais ações para encorajar credores bilaterais privados a aderirem ao programa de postergação de pagamento de dívidas a nações pobres
O presidente do Banco Mundial, David Malpass, defendeu que os países do G-20 tomem mais ações para encorajar credores bilaterais privados a aderirem ao programa de postergação de pagamento de dívidas a nações pobres - Foto: (Alexander Schimmeck/ Unsplash)

Malpass acrescentou que a pandemia exacerbou pressões fiscais em países em desenvolvimento, que já registravam problemas antes da emergência da covid-19.

Na visão dele, as economias desenvolvidas precisam encontrar maneiras de incentivar de forma mais enérgica a participação na iniciativa de alívio.

O líder do Banco Mundial também ressaltou que uma das prioridades da instituição, no momento, é elevar a ajuda financeira a projetos ligados ao clima.

De acordo com ele, a meta é ter 35% de todo o financiamento em investimentos a iniciativas nessa área./ Agência Estado

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