O que é a taxa de carregamento?

É chamada de taxa de carregamento a taxa cobrada por instituições financeiras a título de pagamento pelos serviços prestados aos investidores de fundos de investimento. Ou seja, a taxa de carregamento é uma das formas pelas quais as administradoras dos fundos lucram.

É uma taxa opcional, o que significa que cabe à instituição decidir se a cobra ou não, indicando esse ponto já no início do relacionamento com o investidor. Por esse motivo, assim como acontece no tratamento das taxas de administração, a cobrança da taxa de carregamento varia conforme a estratégia adotada pela empresa para captar os seus clientes.

Atualmente, o número de fundos que contam com a taxa de carregamento já é menor, de modo que é possível evitá-la. 

Ainda assim é responsabilidade de quem investe buscar por opções que melhor atendam à sua política de custos, analisando as competências de cada fundo como um todo.


Como é cobrada a taxa de carregamento?

A cobrança da taxa de carregamento diverge de acordo com a instituição financeira. Em geral, corresponde a uma taxa fixa ou variável cobrada sobre o valor das aplicações.

Ela é feita em até três momentos específicos:

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Qual é a diferença entre a taxa de carregamento e a taxa de administração?

Já na primeira seção você ficou sabendo que que a taxa de carregamento existe para cobrir os custos e despesas operacionais (com salários, fornecedores e afins) que as instituições financeiras contraem na administração do seu capital.

No entanto, se você leu o nosso artigo sobre a taxa de administração, sabe que esse recolhimento também se destina ao mesmo fim.

Assim sendo, por que existem duas taxas com essa finalidade?

Bom, a começar a taxa de carregamento costuma ser cobrada nos fundos de previdência privada (PGBL, VGBL e fundos de pensão, especificamente). Não é uma regra legal, apenas uma convenção.

Assim, a justificativa para essa cobrança “adicional” é justificada por esse próprio segmento, que garante que a taxa desestimula o investidor de retirar os valores investidos poucos tempo depois da aplicação - tanto na versão antecipada quanto postergada. Portanto, ela funcionaria mais como uma barreira do que como uma remuneração dos administradores em si.

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