Última modificação em 16 de março de 2021

O que é ATM?

Você sabe o que é ATM? É bem provável que o termo não seja tão conhecido por muitos brasileiros, mas o seu uso certamente faz parte da rotina de uma boa parte da nossa população.

ATM, afinal, é uma abreviação para Automated Teller Machine. Ainda não reconheceu, certo? Pois esse apenas é o nome técnicos dos populares caixas eletrônicos disponibilizados pelos bancos.

Ou seja, a sigla representa todo e qualquer equipamento eletrônico cuja finalidade é automatizar e facilitar os processos financeiros, atuando como um intermediário entre um banco e seus clientes.

Qual é a história do ATM?

Se hoje é normal falar e pensar em caixas eletrônicos, a história do equipamento é bem interessante. Os registros apontam para 1930 quando o assunto é o primeiro banco com funções eletrônicas da história. No entanto, claro, as condições eram bem mais limitadas do que atualmente.

Nos moldes que conhecemos atualmente, o primeiro caixa eletrônico foi utilizado em 1967, em Londres (Inglaterra). O equipamento logo começou a se multiplicar pela Europa e também pelo mundo.

No Brasil, os registros apontam para 1983 quando o assunto é o nosso primeiro Automated Teller Machine. A novidade foi implementada pelo Banco Itaú em Campinas, cidade do interior de São Paulo.

Um marco importante dos recursos de ATM veio em 1999, quando passaram a apresentar também instruções em voz. Um detalhe importante para deficientes visuais e, portanto, com alto poder de inclusão social.

Qual é a função de um ATM?

Como sabemos, a principal função de um ATM é permitir que os clientes de bancos possam ter maior agilidade e facilidade ao usar os recursos bancários, sem depender necessariamente do atendimento presencial. Isto é, trata-se da automação de processos.

Abaixo, listamos algumas das principais atividades que os caixas eletrônicos podem realizar no cotidiano dos brasileiros:

Como funciona um ATM?

O funcionamento de um ATM possui uma dinâmica relativamente similar em diferentes localidades do planeta. A maior parte deles exige o uso de um cartão com chip para identificação do usuário. Além disso, há um teclado para acionar comandos e uma impressora, responsável por liberar o dinheiro no caso de saques.

Com o crescimento da tecnologia e de protocolos de segurança, o uso de biometria passou a ser instalado nos equipamentos. Assim, o cliente de um banco pode facilmente ter acesso à conta sem precisar levar consigo o seu cartão de crédito ou débito.

Para oferecer todos esses serviços, os caixas eletrônicos podem cobrar taxas. Elas costumam ser isentas para usuários dos próprios bancos, mas podem apresentar maiores custos para caixas genéricos para quem realiza muitos saques (como aqueles 24 horas, sem bandeira específica, que temos no Brasil).

Por fim, vale destacar que os caixas eletrônicos devem ser colocados em locais estratégicos, de preferência onde exista um alto tráfego e forte fluxo de pessoas, assim como a necessidade da realização de pagamentos, justificando o seu investimento. É o caso de aeroportos, shoppings, rodoviárias, postos de gasolina, entre outros.

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