Fundos de Investimentos

Novo MacBook Pro, da Apple, pode chegar a R$ 78 mil; veja quanto esse valor renderia nos fundos de ações, renda fixa e multimercado líderes em retorno

O valor investido no modelo mais caro da nova linha de MacBook Pro pode trazer um rendimento de mais de R$ 300 mil se aplicado em um fundo

Data de publicação:20/10/2021 às 08:00 - Atualizado um mês atrás
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Na última segunda-feira, 18, o mundo pôde conhecer os mais recentes lançamentos da gigante da tecnologia Apple. A empresa americana apresentou, diretamente de um evento na Califórnia transmitido online, sua nova geração de MacBook Pro. Embora as tecnologias dos produtos recém-lançados sejam impressionantes, o assunto que tomou conta do noticiário e das redes sociais foi o preço dos computadores, que pode chegar até R$ 78 mil aqui no Brasil.

Novo MacBook Pro

O valor é relativamente alto, até para os mais apaixonados pela tecnologia. Comentários de pessoas afirmando preferir investir esse dinheiro em outras coisas são comuns nas páginas da internet. Pensando nisso, a Mais Retorno reuniu os fundos de investimento mais rentáveis dos últimos 12 meses nas três principais classes, renda fixa, ações e multimercado. Confira quais são eles e qual o rendimento que seria possível obter com um aporte de RS 78 mil.

O novo MacBook Pro

Desde a chegada do iPhone 12 às prateleiras, em 20 de novembro de 2020, os produtos lançados pela big tech americana entram no Brasil com valores considerados exorbitantes por especialistas e consumidores. Além das novas tecnologias e processos implementados pela companhia, que tornam os produtos mais caros, o dólar acima dos R$ 5 acaba por encarecer ainda mais os preços para o consumidor final.

O preço do novo MacBook Pro começa a partir de R$ 27 mil no site da Apple do Brasil. Na nova linha dos computadores portáteis, o grande destaque fica por conta dos processadores: M1 Pro ou M1 Max.

De acordo com informações da empresa, a diferença entre o M1 Pro e o M1, que era o mais robusto até então, é um aumento de 70% na velocidade dos processadores. Já o M1 Max, além de mais rápido, aumenta a capacidade de memória do computador. Outra vantagem é a maior eficiência de energia: o modelo menor oferece até 17 horas de autonomia, enquanto o maior deve entregar até 21 horas de bateria.

A Apple explica que esses serão os primeiros notebooks profissionais da história a apresentar um sistema operacional complexo em apenas um chip. A tecnologia utilizada nas duas opções de processadores une a CPU e a GPU, além do processador de inteligência artificial e das conexões de entrada e saída, em um só chip com memória unificada. Assim, o MacBook Pro oferecerá ao usuário uma maior eficiência e duração de bateria, explica a companhia.

Os notebooks podem ser encontrados nos modelos de 14 e 16 polegadas e o consumidor deve escolher o tipo de processador (M1 Pro ou M1 Max), a capacidade total de memória unificada e a capacidade de armazenamento SSD.

O modelo mais barato da linha de MacBook é a versão de 14 polegadas com o processador M1 Pro e memória de 16 GB. Já a versão mais cara é a de 16 polegadas, com processador M1 Max, memória de 64 GB e armazenamento de 8 TB.

No evento da última segunda-feira, a gigante da tecnologia lançou também a terceira geração de AirPods (fones de ouvido sem fio, conectados ao celular via bluetooth). O produto custará R$ 2.399 no Brasil e apresenta uma hora a mais de bateria em relação ao modelo anterior, além de um design mais arrojado.

Em setembro, a Apple já havia lançado a nova geração do iPhone, a linha 13. A previsão é que os produtos cheguem às prateleiras brasileiras nesta sexta-feira, 22 de outubro. Na pré-venda, o modelo mais arrojado da linha, o iPhone 13 Pro Max, com memória de 512 GB, custa R$ 13.499.

Apple no mercado

A empresa da maçã não coleciona fãs apenas quando olhamos para o mundo da tecnologia. No mercado acionário global, a Apple é uma das companhias favoritas dos investidores, inclusive aqui no Brasil. Segundo informações da Bolsa de Valores brasileira, a B3, as BDRs da big tech são a terceira mais negociada pelos investidores brasileiros nos últimos 12 meses.

No último balanço trimestral da companhia, com dados referentes ao segundo trimestre de 2021, a Apple reportou que conseguiu um lucro líquido de R$ 21,74 bilhões, enquanto o lucro por ação gerado no período foi de US$ 1,30. O valor veio 28% acima da mediana das expectativas dos analista, que esperavam cerca de R$ 17 bilhões em lucro líquido. Já a receita da empresa veio 10,32% maior do que as estimativas, que ficaram em US$ 81,41 bilhões.

A própria empresa informou que o resultado foi impulsionado por todos os seus segmentos de atuação, com destaque para a venda de iPhones, que cresceu mais de 50% no período. O mercado aguarda ansioso a divulgação dos números da Apple no terceiro trimestre deste ano, que acontece no próximo 28 de outubro.

Sobre o autor
Bruna Miato
Bruna MiatoRepórter na Mais Retorno
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