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A Lojas Renner afirmou que não pagou resgate de qualquer espécie por dados após o ataque cibernético sofrido pela empresa no último dia 19. Em atualização divulgada nesta terça-feira, 24, a varejista diz não ter tido nenhum contato com os autores do ataque, assim como não realizou negociações com os responsáveis.

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Site da Lojas Renner voltou a funcionar no último sábado, 21 - Foto: Reprodução

A empresa reiterou que os principais bancos de dados permanecem preservados. Além disso, informou que neste momento, todos os sistemas prioritários já estão em operação.

Segundo o comunicado, as lojas permaneceram abertas durante todo o tempo desde o ataque, com indisponibilidade de apenas alguns processos por algumas horas da quinta-feira, 19. A operação de e-commerce foi restabelecida nos sites na manhã do último sábado, 21, e, nos aplicativos, no último domingo, 22.

"As equipes permanecem mobilizadas de acordo com o plano de proteção e recuperação, com todos os seus protocolos de controle e segurança, e com um trabalho de apuração, documentação e investigação sobre o ocorrido", escreve a Lojas Renner no documento agora divulgado.

Essa é a primeira atualização da companhia sobre o tema na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) desde a última sexta-feira, 20, pela manhã, quando lançou um comunicado dizendo que suas equipes continuavam trabalhando para restabelecer o e-commerce após o ataque cibernético que retirou os sistemas do ar.

Na mira do Procon

Na última sexta-feira, o Procon-SP disse ter notificado a Lojas Renner pedindo explicações sobre o ataque cibernético. De acordo com o órgão, a companhia deverá esclarecer quais bancos de dados foram atingidos e se informações de clientes foram afetadas pela invasão.

A Renner afirmou, também na última sexta, que não tinha sido notificada pelo órgão. / com Agência Estado

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