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A Lojas Quero-Quero - rede de casa & construção com mais lojas no Brasil - anuncia os resultados alcançados no 2T21 e celebra mais um trimestre de crescimento e expansão.

Após um primeiro trimestre ainda desafiador com a pandemia, a empresa registrou no período receita bruta de R$ 615 milhões, valor 41,5% maior em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada por um crescimento de 45,3% da atividade de varejo, enquanto as vendas nas mesmas lojas (Same Store Sales) saltaram 35,2%.

Lojas Quero-Quero foto: divulgação
Fachada de uma das lojas da marca no Brasil | Foto: divulgação

Com a inauguração de 17 novas lojas no segundo trimestre, a Lojas Quero-Quero chegou a 421 lojas em 336 cidades nos estados do Rio Grande do Sul (03), Santa Catarina (06) e Paraná (08), alinhado ao plano de expansão traçado para este ano. Foram investidos R$ 20,9 milhões, incluindo aberturas, reformas, implementação de projetos, investimentos em logística e TI.

Para suportar o plano de expansão e melhorar o nível de operação e atendimento às lojas atuais, a empresa investiu também na estrutura de logística. Inaugurou em junho o terceiro CD (Centro de Distribuição), localizado na cidade de Corbélia, no Paraná.

O CD é o primeiro da rede fora do Rio Grande do Sul e conta com 26 mil metros quadrados de área de armazenagem, sistema de armazenagem verticais, empilhadeiras elétricas, piso elevado e Warehouse Management Systems, com separação e conferência via coletor de dados.

Além de Corbélia (PR), a empresa também realizou a mudança das operações dos CDs já existentes de Sapiranga (no 2T21) e o de Santo Cristo (no 1T21), ambos no Rio Grande do Sul, para novas localizações nos mesmos munícipios contando com estruturas muito mais modernas.

Em apenas dois anos, a capacidade de armazenagem foi ampliada em quase 3 vezes. Esses investimentos totalizaram R$ 4 milhões no 2T21, além de reforço no investimento no projeto "Figital".

"Estamos investindo e nos preparando para o plano de expansão desenhado para os próximos quatro anos", afirma Peter Furukawa, CEO da Lojas Quero-Quero. "Vamos ampliar ainda mais nossa competitividade, diminuindo não apenas os custos de frete, mas entregando os produtos com prazos menores aos clientes".

Com os resultados, o lucro bruto da Lojas Quero-Quero no trimestre avançou 41,8%, atingindo R$ 196,3 milhões, com uma margem de 39,6%. Já o EBITDA cresceu 56,4%, chegando a R$ 60,9 milhões e uma margem de 12,3% sobre a receita.

O EBITDA Ajustado do impacto do IFRS16 e itens não recorrentes cresceu 78,8%, totalizando R$ 46,1 milhões no período.

A Companhia registrou lucro líquido de R$ 16,0 milhões no 2T21, com crescimento de 259,5% no trimestre, resultado da ótima performance de vendas, expansão de margem e alavancagem operacional. A Margem Líquida do trimestre foi de 3,2%.

Marcos importantes para a Lojas Quero-Quero

Apesar de toda restrição enfrentada pelo varejo como um todo no semestre, principalmente nos primeiros três meses do ano, o segundo trimestre de 2021 foi um período muito especial para a companhia.

Foi neste momento que a empresa alcançou diversos marcos importantes atingidos, como a certificação da Lojas Quero-Quero pelo Great Place to Work (GPTW), as inaugurações da nova estrutura de um centro de distribuição no estado do Rio Grande do Sul e do novo centro de distribuição no estado do Paraná, bem como a aceleração das transformações de lojas para um novo modelo testado nos últimos dois anos - o Mais Construção Fase III.

"Cada um destes marcos reforça o nosso objetivo de continuar construindo relacionamentos com as comunidades onde atuamos, buscando oferecer uma solução completa de casa e construção para nossos clientes, sempre cultivando a alma do interior, que nos norteia em nosso crescimento, e que leva oportunidade e desenvolvimento para nossas pequenas e médias cidades", explica Furukawa.

"A cada trimestre que passa, nos encontramos ainda mais preparados para enfrentar e superar desafios que possam surgir, e mais seguros de nossa capacidade de capturar as oportunidades de crescimento que visualizamos", finaliza o CEO da Lojas Quero-Quero. / Agência Estado

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