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O Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 7, formaliza a exoneração do general Joaquim Silva e Luna do cargo de diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional.

Para substituí-lo, foi nomeado o também general João Francisco Ferreira, que toma posse nesta data em cerimônia com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, em Foz do Iguaçu (PR). Silva e Luna deixa a Itaipu depois de dois anos à frente da usina.

Joaquim Silva e Luna é exonerado de Itaipu; João Francisco Ferreira assume comando
General João Francisco Ferreira assume a direção da Itaipu - foto: Sara Cheida

Ferreira é o 13º diretor-geral brasileiro da binacional e o quarto militar a comandar a hidrelétrica. O primeiro foi o general José Costa Cavalcanti (1974-1985), o segundo o general-de-brigada Ney Aminthas de Barros Braga (1985-1990) e o general Joaquim Silva e Luna (2019-2021), último em atividade.

Ele foi indicado em fevereiro por Bolsonaro para ser o novo presidente da Petrobras, no lugar de Roberto Castello Branco.

Quem é João Francisco Ferreira

O general-de-exército João Francisco Ferreira, nascido em Santa Maria (RS) ingressou no Exército no ano de 1966, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas (SP).

É bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras, onde se formou como oficial de Infantaria no ano de 1972.

No início de sua carreira, serviu no 7º Batalhão de Infantaria Blindado, em sua terra natal, e no 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista, no Rio de Janeiro. O general Ferreira é paraquedista militar, mestre de salto paraquedista e possui o curso de salto livre paraquedista. Em 1978, formou- se em Educação Física na Escola de Educação Física do Exército, sediada no Rio de Janeiro.

Em julho de 1983, foi designado para a Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai, onde serviu por dois anos como assessor de paraquedismo junto às Forças Armadas da República do Paraguai.

Nos anos de 1988 e 1989, cursou a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, no Rio de Janeiro. Após o curso, voltou a Santa Maria, onde serviu como oficial de estado-maior da 6ª Brigada de Infantaria Blindada. Foi promovido ao posto de tenente-coronel no ano de 1990. Três anos depois, serviu como instrutor na Academia Militar das Agulhas Negras.

Em 1995, assumiu o Comando do 8º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Santa Cruz do Sul (RS). Durante o comando, foi promovido a coronel. Em janeiro de 1998, foi nomeado oficial do Gabinete do ministro do Exército e, em junho de 1999, adido militar na Embaixada do Brasil no México.

Após seu retorno ao país, em 2002, foi promovido a general-de-brigada e designado comandante da 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Pelotas (RS). No período de 2004 a 2005, comandou a Brigada de Infantaria Paraquedista, no Rio de Janeiro.

Foi promovido a general-de-divisão em 2006 e designado vice-chefe do Estado-Maior de Defesa do Ministério da Defesa. De abril de 2008 a janeiro de 2011, comandou a 6ª Região Militar, em Salvador (BA). / com Agência Estado

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Repórter do Portal Mais Retorno.

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