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Economia

FGV: IPC-S desacelera em todas as capitais pesquisadas na última quadrissemana de dezembro

A queda mais expressiva foi registrada em Recife

Data de publicação:04/01/2022 às 09:19 -
Atualizado 5 meses atrás
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O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou em todas as sete capitais pesquisadas no fechamento de dezembro, na comparação com a terceira quadrissemana, informou nesta terça-feira, 4, a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O IPC-S arrefeceu a 0,57% na última leitura do mês, após registrar 0,83% na terceira. Com o resultado, o indicador fechou 2021 com inflação acumulada de 9,34%; menor do que a taxa de 9,62% em 12 meses apurada no período até a terceira quadrissemana de dezembro.

inflação no ipc-s
Foto: Reprodução

Resultado do indicador nas capitais

A desaceleração mais significativa no IPC-S Capitais aconteceu em Recife, onde a taxa passou de 1,35% para 0,87%. Brasília também teve arrefecimento significativo, de 1,06% para 0,59%. Além destas capitais, também registraram queda:

  • Porto Alegre, que caiu de 1,28% para 0,93%;
  • Rio de Janeiro, que caiu de 0,85% para 0,51%;
  • Belo Horizonte, que caiu de 0,84% para 0,64%;
  • Salvador, que caiu de 0,95% para 0,75%;
  • São Paulo, que caiu de 0,35% para 0,25%.

O que é o IPC-S?

O IPC-S é um dos índices de preços ao consumidor pesquisado e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV). Conforme explica o site do Instituto, "apesar de a coleta (dos dados do IPC-S) ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento" do levantamento. Após a coleta dos dados, o Ibre/FGV leva um dia para realizar a divulgação.

Esse índice calcula a variação quadrissemanal dos preços de produtos e serviços em sete capitais. Entre os setores pesquisados no levantamento estão alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.

O indicador pode ser utilizado, de acordo com a FGV, para reajustes de salários e de contratos de aluguéis. O Instituto destaca ainda que o IPC-S permite detectar com agilidade mudanças de curso na trajetória dos preços. / com Agência Estado

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