Economia

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,44% em abril, desacelerando frente ao acréscimo de 0,71% obtido em março de 2021. Além disso, perdeu força também em relação à alta de 0,51% registrada na terceira quadrissemana do mês passado.

Os dados foram publicados nesta segunda-feira, 3, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Foto: GPA/Divulgação
Espaço de uma das lojas da rede GPA - Foto: GPA/Divulgação

No primeiro quadrimestre de 2021, o IPC-Fipe acumulou inflação de 2,25%. Nos 12 meses até abril, a alta acumulada foi de 7,79%.

Quatro dos sete componentes do IPC-Fipe avançaram menos ou aprofundaram deflação no último mês: Habitação (de 0,51% em março para 0,38% em abril), Transportes (de 3,26% para 0,61%), Despesas Pessoais (de -0,17% para -0,57%) e Vestuário (de 0,05% para 0,02%).

Os demais itens ganharam força de março para abril: Alimentação (de 0,27% para 0,83%), Saúde (de 0,47% para 1,71%) e Educação (de 0,01% para 0,03%).

Metodologia

O IPC-Fipe é um indicador da evolução do custo de vida dos paulistanos e aponta a variação do custo de vida das famílias que têm renda familiar entre 1 e 10 salários-mínimos.

O cálculo do IPC-FIPE leva em consideração dois tipos de períodos: mensal, que engloba o mês cheio, do primeiro ao último dia; e quadrissemanal, que engloba oito semanas.

As variações dos preços são observadas em cima de uma cesta de bens e serviços definida pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE. A POF faz um levantamento dos produtos que as famílias consomem e o peso de cada um no orçamento familiar. / com Agência Estado

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