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Finanças Pessoais

Endividamento das famílias fecha 2021 com novo recorde da série do BC

Total de famílias endividadas fechou 2021 com novo recorde na séreie histórica.

Data de publicação:28/04/2022 às 15:16 -
Atualizado 24 dias atrás
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O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro fechou 2021 em 52,6%, novo recorde da série histórica, de acordo com o Banco Central, após 43,9% em 2020. Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 33,0% em 2021, ante 26,9% do ano anterior. Em novembro, os porcentuais eram de 52,1% e 32,7%, respectivamente.

Em dezembro, o BC explicou que a nova metodologia considera a Renda Nacional Disponível Bruta das Famílias (RNDBF) restrita, em vez da Massa Salarial Ampliada Disponível (MSAD).

endividamento

A nova medida de renda das famílias inclui recursos recebidos extraordinariamente pelas famílias, como o saque emergencial do FGTS e o auxílio emergencial, e desconsidera rendas de aluguéis, rendas distribuídas das empresas para as famílias e rendas de investimentos.

Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) terminou 2021 em 27,9%, ante 23,7% em 2020.

Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 25,6% no ano passado, ante 21,5% no ano anterior. Em novembro, os porcentuais eram de 28,0% e 25,7%, respectivamente.

Inadimplência

A taxa de inadimplência nas operações de crédito livre com os bancos permaneceu em 3,3% de janeiro para fevereiro, informou o Banco Central.

Para as pessoas físicas, a taxa de inadimplência passou de 4,6% para 4,7% de um mês para o outro. No caso das empresas, os calotes caíram de 1,6% para 1,5% no período.

A inadimplência do crédito direcionado (recursos da poupança e do BNDES) aumentou de 1,3% para 1,4%% em fevereiro.

Já o dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência seguiu em 2,5%, como no mês anterior. /Agência Estado

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