Os Títulos Públicos são a base de todo o mercado financeiro.

Eles servem como parâmetro de referência para títulos privados e todas as taxas de juros de uma economia capitalista.

São também eles que financiam os investimentos no país quando a arrecadação de impostos não é suficiente para cobrir os gastos do governo.

Por consequência disso, os títulos públicos costumam ser o principal investimento dos valores depositados nos fundos de investimentos e pensão, pois são excelentes alternativas de proteção e valorização do patrimônio financeiro das famílias e empresas.

Por isso, esse é um dos maiores e mais importantes mercados não apenas do Brasil, mas de todo o mundo.

E se você está se perguntando como é possível esse mercado ser tão influente, então veja algumas informações extras para entender sua dimensão:

No Brasil, atualmente quase R$ 3 trilhões (pouco menos de US$ 1 trilhão) compõem o volume total da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), isto é, o total que o país deve aos investidores.

Para efeito de comparação, nos EUA, onde existe o maior mercado de dívida pública do mundo, o valor de US$ 20 trilhões da sua dívida pública deverá ser alcançado ainda em 2017.

Portanto, quando começar a investir nesses títulos, lembre que você não estará apenas participando de um mercado enorme e extremamente difundido entre os investidores, mas também ajudando a financiar o crescimento do nosso país a longo prazo e ganhando dinheiro com isso.

Mas esse é só o começo, existem vários detalhes que vão te surpreender a respeito desse mercado. Por isso continue lendo para ver mais sobre:

  1. O que são e para que servem os Títulos Públicos
  2. Preço do Título x Taxa de Juros
  3. O que é a Duration
  4. Diferenças entre os Títulos Públicos
  5. Investindo em Títulos Públicos – Tesouro Direto x Mesa de Operações

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O que são e para que servem os Títulos Públicos

Título Público

Créditos da imagem: Spotniks

Como acabamos de ver acima, os títulos públicos são em síntese, uma forma de que a poupança das famílias seja emprestada para o governo financiar suas atividades hoje, em troca de uma remuneração de juros para essas famílias no futuro.

Portanto, quando você comprar um título público, estará emprestando seu dinheiro indiretamente para o país.

Como o devedor dos títulos públicos é a própria União, essa é considerada a aplicação financeira mais segura de um país, afinal de contas, se nem a República Federal conseguir honrar com seus compromissos, todo o país acaba comprometido.

Esse empréstimo acaba sendo necessário, pois quando os gastos do governo superam a arrecadação com impostos e ele não pode (ou não deseja) reduzir esses gastos, então a única solução é conseguir mais dinheiro.

No entanto, existem apenas 3 formas para conseguir esse dinheiro extra:

  1. Imprimir mais dinheiro, produzindo inflação;
  2. Aumentar os impostos e retirar mais dinheiro das empresas e famílias;
  3. Se endividar hoje e passar a conta para as gerações futuras.

Como as duas primeiras alternativas costumam ser consideravelmente impopulares, a terceira acaba sendo a mais escolhida na maioria das ocasiões. E é aí que surge esse mercado tão grande.

Especificamente aqui no Brasil, todo esse valor da dívida pública é negociado em um mercado específico chamado Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic).

Exatamente a Selic daquela “Taxa Selic” que você sempre ouviu falar no Jornal Nacional. A seguir você vai entender perfeitamente a relação entre elas.

Por isso, vou ter que ficar um pouco mais técnico daqui em diante para te ensinar um conceito básico sobre os juros e esse mercado de títulos que vai ser muito importante para você compreender o funcionamento de todo o mercado de capitais.

Mas fica tranquilo que vou ser bem prático: o objetivo aqui é demonstrar isso de uma forma que você vai entender mesmo sem nunca ter investido em nada além da poupança.

Vamos lá!

Preço do título x taxa de juros

Taxa de Juros x Preço dos Títulos

Um dos conceitos que são mais comuns e aplicáveis a quase qualquer coisa no capitalismo é o da oferta e demanda. No nosso dia-a-dia vemos isso acontecer em inúmeras coisas:

  • No verão o preço do serviço de instalação de aparelhos de ar condicionado sobe porque mais gente quer o serviço (maior demanda) e não tem gente suficiente para instalar para todo mundo (menor oferta). Em climas mais amenos como no outono e primavera, as pessoas sentem menor necessidade desses serviços (menor demanda) e os preços caem;
  • Em feriados o preço das passagens de avião costuma disparar pois mais pessoas querem viajar (maior demanda) para o mesmo número de aviões disponíveis (menor oferta). Depois do feriado com um número menor de pessoas viajando (menor demanda) os preços voltam a cair;
  • Ninguém vende água salgada do mar, porque ela está livre e acessível para qualquer um (maior oferta) e poucas pessoas tem interesse nesses recursos (menor demanda).

E assim por diante, todos os preços de uma economia são definidos dessa forma. Por isso, quando falamos de títulos, taxas de juros e investimentos vale a mesma regra.

Ou seja, se muita gente quer um título específico (demanda alta) o preço dele aumenta. Se um emissor coloca mais títulos no mercado do que tem investidores para comprar (maior oferta e menor demanda), então ele teria que fazer uma “promoção” baixando o preço desses títulos para conseguir vende-los.

E o preço desses títulos influencia muito mais do que você imagina!

O preço de um título e a taxa de juros que ele remunera terão sempre uma correlação inversa. Ou seja, quando o preço do título subir, os juros que ele remunera deverão cair. Da mesma forma, se o preço cair, os juros deverão aumentar.

Sei que nesse momento esse conceito talvez tenha dado um nó na sua cabeça, mas analise agora pela ótica dos juros e não dos preços:

  1. Se você tem um título pagando uma remuneração acima da média, você não iria querer comprar mais dele (aumentando a demanda)?
  2. E a medida que o emissor verificasse que mais gente está comprando seus títulos, ele não deveria chegar a um momento ao qual não precisaria mais vender tantos títulos (reduzindo sua oferta) e, portanto, começaria a pagar menos juros a esses investidores?

Para visualizar melhor essa relação, vamos simular um cenário.

Imagine que você possa investir hoje R$ 1.000,00 para resgatar, depois de um ano, R$ 1.100,00.

Nesse exemplo, você estaria comprando um título por R$ 1.000,00 e sendo remunerado a uma taxa de juros de 10% ao ano, resgatando no final do período os R$ 1.000,00 iniciais, mais R$ 100,00 de juros pagos pelo emissor.

Para facilitar a compreensão desse tema, precisamos aprender mais alguns nomes. Todos os títulos terão um preço de mercado, que nesse exemplo são os R$ 1.000,00 que você pagou inicialmente na compra do título e um valor de face, que são os R$ 1.100,00 que você vai resgatar no vencimento dele.

Agora imagine que por algum motivo qualquer, depois de ter investido seu dinheiro e comprado o título, você precisou de recursos e vai precisar resgatar esse valor antes da hora. Para conseguir seu dinheiro de volta, agora você precisará vender esse seu título no mercado secundário para outro investidor que esteja interessado na aplicação.

No entanto, como o emissor estava com dificuldades de colocar seus títulos no mercado, resolveu aumentar a remuneração paga aos investidores e começou a oferecer 15% ao ano de juros para os novos que fossem vendidos.

Por conta disso, se os investidores podem simplesmente comprar títulos semelhantes direto do emissor recebendo 15% de juros, ninguém vai querer comprar o seu que remunera apenas 10% ao ano. Portanto para que alguém tenha interesse em comprar seus títulos, agora eles terão que render no mínimo o mesmo tanto que o emissor está pagando nesse momento.

Como você sabe que no final de 1 ano seu título estará valendo exatamente R$ 1.100,00, então o máximo que outros investidores aceitarão pagar para você é um preço que somado dos 15% de juros chegue a esse valor.

Para chegar a esse preço vamos ter que recorrer à boa e velha matemática e seguir a seguinte fórmula abaixo:

Fórmula - Precificação dos Títulos Públicos

Colocando os dados do nosso exemplo, teremos:

Assim, nesse caso você só conseguiria vender seu título para alguém pelo preço máximo de R$ 956,52, pois a pessoa que comprar por esse valor ganhará no vencimento R$ 143,48 (R$ 1.100,00 – R$ 945,52). Ou seja, exatamente 15% de retorno sobre os R$ 956,52 que pagou, quando receber os R$ 1.100,00 no vencimento do título.

Percebeu o que aconteceu logo acima?

Quando a taxa de juros subiu de 10% para 15% ao ano, o seu título imediatamente perdeu valor no mercado passando dos R$ 1.000,00 que você pagou para apenas R$ 956,52. A exata relação inversa que falamos no começo desse tópico.

Perceba ainda que você só teria prejuízo de vender seu título mais barato do que pagou por ele, se realmente quisesse vender ele antes do prazo. Se por outro lado, você decidisse ficar com seu título até o vencimento dele, receberia exatamente os R$ 1.100,00 (ou os 10% de juros), conforme contratado no momento do investimento.

Por outro lado, se a taxa de juros caísse o efeito seria exatamente o oposto e seu título se valorizaria imediatamente, seguindo a mesma lógica.

Quanto maior for o prazo e a variação na taxa de juros de um título, mais brusca vai ser a oscilação no seu preço. Por isso, muito cuidado com títulos que tiverem vencimentos muito longos e prefira investir neles apenas se realmente quiser ficar até o final do seu prazo.

Esse efeito do impacto da variação das taxas de juros no preço dos títulos é o que chamamos de duration.

Duration

Duration de um título

Conhecer a duration e seus efeitos é muito importante pois ele é um dos grandes causadores de surpresas desagradáveis dos investidores de primeira viagem em títulos públicos.

Muitas vezes o investidor de título público que não conhece essas características acredita estar protegido por um título garantido pelo governo federal e um mercado secundário gigantesco que permitiria que ele resgatasse o dinheiro com facilidade sempre que quiser. Pelo menos é isso que ele pensa até tomar um tropeço como o do exemplo.

Vale ressaltar que títulos pós-fixados são praticamente imunes à duration, uma vez que sua taxa de juros já é variável e vai remunerar no futuro exatamente o valor que for ao longo do período.

Em outras palavras, se você comprou um título pós-fixado hoje e a taxa de juros subir amanhã, seu título continuará valendo exatamente a mesma coisa, afinal de contas ele também vai remunerar você ou qualquer outro investidor na nova taxa. Simples assim.

Diferenças entre os títulos públicos

Diferenças Títulos Públicos

Já existiram diversos tipos de títulos públicos ao longo da história brasileira, mas atualmente apenas 3 deles prevaleceram.

As diferenças entre cada título consistem basicamente no formato de remuneração que eles oferecem, tendo alternativas de juros pré-fixados, pós-fixados e híbridos.

Como os nomes desses títulos mudaram recentemente, vou apresenta-los nesse texto pelo nome utilizado atualmente, seguido do seu antigo nome entre parênteses, caso você venha a precisar na hora de investir.

O primeiro título público é o Tesouro Prefixado (antiga Letra do Tesouro Nacional ou LTN), que como o novo nome já sugere, oferece rendimentos pré-fixados ao investidor.

Esse título possui uma variação chamada Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (antiga NTN-F), que como o nome também já diz, te paga a cada seis meses os juros rendidos da sua aplicação financeira, antes mesmo do seu vencimento.

Esse pagamento periódico antes do vencimento leva o nome de cupom e também é comum em alguns títulos privados, podendo ocorrer em períodos diferentes também como anual, trimestral, dentre outros.

O Tesouro Prefixado (sem cupom) é o título público que possui maior duration entre todas as alternativas, justamente por ser pré-fixado, como vimos no tópico anterior. Por isso essa costuma ser uma aplicação financeira interessante apenas se você acredita que a taxa de juros irá cair no futuro.

Em segundo lugar, o Tesouro Selic (antiga Letra Financeira do Tesouro ou LFT) oferece uma remuneração pós-fixada pela própria taxa Selic.

A grande vantagem desse título é ter uma duration praticamente nula, o que permite que o investidor possa resgatar seu dinheiro a qualquer momento sem risco de oscilação no seu preço.

Portanto, o Tesouro Selic é indicado para quem acredita que as taxas de juros vão subir no futuro, ou para o investidor que pode precisar do dinheiro antes do vencimento do título, de forma que poderia resgatar esse dinheiro sem nenhum risco de oscilações de mercado.

Por conta disso esse é considerado o investimento mais conservador dentre todas as alternativas dos títulos públicos.

Por fim, o Tesouro IPCA+ (antiga Nota do Tesouro Nacional – Série B Principal ou NTN-B Principal), é a opção que oferece um rendimento híbrido entre juros pré-fixados com adicional da inflação, nesse caso medida pelo IPCA.

Como esse título é um meio termo entre o pré e o pós, suas vantagens e desvantagens são também equilibradas, de forma que ele oferece uma duration mediana, mas ao mesmo tempo protege o investidor de eventuais explosões inflacionárias, garantindo sempre um retorno real para o seu dinheiro.

O Tesouro IPCA+ também oferece uma versão com cupom, chamada justamente de Tesouro IPCA + com juros semestrais (antiga NTN-B).

Por garantir um retorno real para o investidor, o Tesouro IPCA+ costuma ser a aplicação favorita dos investidores pessoa física, sobretudo para quem pretende fazer poupança de longo prazo e segurar seus títulos até o vencimento.

Em relação à tributação dos títulos públicos, todos eles sofrem da mesma incidência da Tabela Regressiva do IR e do IOF, exatamente no mesmo formato dos CDBs e das LCs.

Para facilitar a organização mental da diferença entre esses títulos, preparei uma tabela bem resumida das características, além das principais vantagens e desvantagens de cada um deles:

 Tesouro PrefixadoTesouro SelicTesouro IPCA+
RetornoMédioMédioMédio
RiscoMédio (por conta da duration)BaixoMédio (por conta da duration)
LiquidezMesmo dia ou dia seguinteMesmo dia ou dia seguinteMesmo dia ou dia seguinte
TributaçãoTabela Regressiva do IRTabela Regressiva do IRTabela Regressiva do IR
VantagensTaxa fixada na contratação do investimentoDuration praticamente inexistente, Taxa pós-fixada, pode render mais no futuroRendimento real garantido, pois corrige o IPCA
DesvantagensElevada duration, causando fortes oscilações de preço, Tabela Regressiva do IRTaxa pós-fixada, pode render menos no futuro, Tabela Regressiva do IRDuration mediana, causando oscilações no preço, Tabela Regressiva do IR

Investindo nos Títulos Públicos: Tesouro Direto x Mesa de Operações

Mesa de Operações - Tesouro Direto

Para investir em títulos públicos existe mais um detalhe muito importante que poucos investidores conhecem. Você pode comprar seus títulos de duas formas diferentes.

O título que você compra é exatamente o mesmo em ambas as formas, mas cada uma delas tem suas regras específicas.

É como comprar frutas em um supermercado ou na feira do seu bairro: na feira você pode pechinchar os preços de qualquer produto que comprar, no supermercado terá que pagar o valor da prateleira ou ir para outro lugar. Mesmo produto, regras diferentes.

Voltando ao nosso caso, esses dois mercados diferentes seriam realizar a compra dos seus títulos pelo Tesouro Direto ou diretamente pela Mesa de Operações da sua corretora ou banco.

O Tesouro Direto é um programa criado pelo governo federal para popularizar os investimentos em títulos públicos para mais investidores em parceria com a própria BM&FBovespa (atualmente renomeada de B3), a bolsa de valores brasileira. Na prática, costumamos dizer no mercado que o Tesouro Direto é simplesmente um Home Broker (isto é, uma plataforma online) de negociação de títulos públicos.

Já a Mesa de Operações, é quando você realiza a negociação diretamente no mercado secundário de títulos públicos na Selic. Na maioria das corretoras e bancos você só tem acesso a essa modalidade de investimentos através do seu próprio assessor de investimentos ou gerente do seu banco.

E quais são as particularidades e regras de cada uma dessas formas de se investir em títulos públicos?

Para facilitar montei a seguinte tabela comparativa:

 Tesouro DiretoMesa de Operações
CustosTaxa de custódia de 0,3% pela BM&Fbovespa + taxas banco/corretoraSpread da operação
Valor máximo da aplicaçãoR$ 1.000.000,00/mêsNão há
Valor mínimo da aplicação1% do valor de um título ou mínimo de R$ 30,00Valor integral de um título
Variedade de títulosPoucas opçõesMuitas opções
LiquidezAplicação/Resgate em 1 dia útilAplicação/Resgate no mesmo dia
AgendamentoPermitidoNão há
CustódiaBM&FbovespaSELIC/Banco Central
Quem pode investirSomente Pessoa FísicaPessoa Física e Jurídica

Para explicar melhor cada um desses  pontos, aí vão mais alguns detalhes:

  1. Custos: A BM&FBovespa cobra de todos os investidores, independente de qual banco ou corretora uma taxa fixa de 0,3% ao ano do valor investido no Tesouro Direto e algumas corretoras/bancos ainda cobram taxas adicionais. Esses custos não existem na mesa de operações, mas podem existir outros custos ocultos que podem ser percebidos pela rentabilidade do título. Por isso vale a pena negociar com seu assessor sempre as melhores taxas.
  2. Valor máximo da aplicação: Uma desvantagem do Tesouro Direto é que existe o limite de no máximo R$ 1 milhão mensal em compras de títulos (vendas são ilimitadas). Esse limite não existe na mesa de operações.
  3. Valor mínimo da aplicação: Por outro lado, uma grande vantagem do Tesouro Direto é poder comprar partes menores de um título e com isso investir com valores a partir de R$ 30,00. Na Mesa de Operações o mínimo que você terá que investir é o valor integral de um título que as vezes pode passar facilmente dos R$ 8.000,00 como no Tesouro Selic.
  4. Variedade de títulos: Em ambas as modalidades existem os 3 títulos apresentados, mas a variedade de vencimentos dos títulos negociados na Mesa de Operações é significativamente maior.
  5. Liquidez: A diferença de resgate imediato ou no dia seguinte é pequena, mas pode fazer sentido para quem quer deixar aplicado suas reservas de emergência.
  6. Agendamento: Uma característica interessante do Tesouro Direto é que você pode configurar um débito automático mensal em sua conta, funcionando como uma previdência privada direto em títulos públicos. Isso não existe para operações diretamente com a Mesa de Operações.
  7. Custódia: Quando comprar seus títulos pelo Tesouro Direto, eles ficarão guardados dentro da BM&F Bovespa, uma instituição privada. Comprando pela Mesa de Operações seus títulos serão guardados no Selic, administrado por ninguém menos que o próprio Banco Central.
  8. Quem pode investir: Pela Mesa de Operações é possível que empresas também invistam em títulos públicos, algo não é permitido no Tesouro Direto.

Conclusão

Depois de ler até aqui, tenho certeza que você agora domina os fundamentos básicos sobre Títulos Públicos e Tesouro Direto, melhor inclusive que muitos profissionais da área.

Como sempre, o próximo passo agora é executar os aprendizados e no que pudermos te ajudar nessa fase, pode contar conosco deixando seu comentário abaixo.

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E então, está se sentindo preparado para começar a investir em Títulos Públicos?

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