Última modificação em 29 de setembro de 2020

O que é varejo?

Varejo é a venda direta de produtos e serviços ao consumidor final. O comércio varejista inclui diversos estabelecimentos, entre os quais merecem destaque os supermercados, livrarias, sapatarias, lojas de objetos de decoração, docerias e as lojas de produtos eletroeletrônicos. 

É um dos setores mais segmentados do país, uma vez que o comércio varejista engloba desde pequenos empresários (como feirantes e donos de lojas de bairro) até multinacionais em expansão contínua, que contam com lojas em várias cidades do país e até no exterior.


Atacado x varejo

A principal diferença entre o atacado e o varejo é que nas lojas atacadistas os produtos são vendidos em grandes quantidades para abastecer lojas ou servir de matéria-prima para pequenas indústrias de manufatora.

É o caso, por exemplo, da pizzaria que compra 100 kg de farinha por mês para produzir seus produtos alimentícios: para conseguir tal quantidade, ela deve procurar um(a) atacadista.

Já no varejo o consumidor compra pequenas quantidades dos produtos desejados — como uma unidade de pizza congelada para o jantar.

Quais são os números do varejo no Brasil?

No nosso país, o mercado varejista costuma apresentar resultados frequentemente positivos. De fato, segundo dados divulgados pela Pesquisa Mensal do Comércio — PMC — houve um aumento de 4,4% no consumo entre o mês de novembro de 2017 e outubro de 2018. 

Outra pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — IBGE — apontou que a maiorias das empresas brasileiras pertence ao varejo, o que equivale a mais de 1 milhão e 200 mil empresas. Já no atacado, o número de empresas é de 197.950, ou seja, uma representação substancialmente menor, que, no entanto, pode ser compensada pelo ticket médio.

O que se costuma observar ao procurar empresas do varejo para investir?

Ao procurar ações de varejo para investir o interessado não deve se basear apenas no seu gosto pessoal ou no desempenho da empresa nos últimos anos — isso faria com que  todos adquirissem ações das marcas preferidas pelos consumidores.

No entanto, não há como garantir que essa empresa continue em alta por muito tempo. Claro, também não há como ter certeza que esse bom desempenho irá acabar de uma hora para outra.

Alguns investidores escolhem quais ações comprar ao observar fatores como a lucratividade esperada em um determinado período, as dívidas e o faturamento da empresa.

No entanto, essa análise não é totalmente eficaz: pense em quantas pessoas compraram ações de empresas do varejo no topo que mercado que acabaram se desvalorizando devido à recessão causada pelo novo coronavírus. Por falta de experiência muitos acabaram vendendo esses ativos, que, no entanto, voltaram se valorizar e atingiram um bom preço de mercado.

Existem muitos fatores a considerar — para investir em ações do varejo é preciso estudar o mercado consumidor e se aproveitar da liquidez causada por fortes movimentos de queda para comprar uma boa quantidade de ativos.

Suponha que um investidor tenha interesse em ações de uma empresa específica, no entanto, prefere não comprar porque esses papéis estão muito valorizados. 

Contudo, de repente, o preço pode começar a cair e o número de interessados em vender essas ações começar a crescer. Assim, os investidores podem comprar esses papéis, pois, acreditam que irão se valorizar, superar as oscilações de curto prazo e garantir lucros.

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