Última modificação em 3 de novembro de 2020

O que são Modelos Econômicos?

Modelos econômicos são uma forma simplificada de visualização da interação entre as empresas do mercado com a população em geral.

Em outras palavras, os modelos econômicos nos dão uma ideia de como a economia do país está atuando no momento - com base em qual tipo de ação, planejamento, interação e assim por diante. 

A partir dessa simplificação é possível compreender para que lado o capital brasileiro - e mundial - está girando, por quais razões, com quais objetivos e principalmente, o que é possível fazer para que a situação melhore de alguma forma.

É certo que cada país costuma adotar um modelo econômico particular, mas isso não é uma regra. Desde que tenham a mesma estrutura civil e política, por exemplo, é possível que nações de diferentes continentes sigam o mesmo modelo e obtenham resultados semelhantes.

Quantas vezes você já comparou o Brasil com algum país Europeu, e julgou que o presidente deveria ter as mesmas ações de outro representante?! Pois é, de alguma forma você esperou que o modelo econômico de lá também fosse empregado aqui!

Tais comparações não são incomuns. Porém, é necessário avaliar a estrutura e os recursos de uma nação como um todo antes de se aplicar um modelo econômico específico.

Quais são os tipos de Modelos Econômicos que existem?

Basicamente, os modelos são divididos em macroeconômicos e microeconômicos. 

No que compete a macroeconomia de um país, o sistema de oferta e procura é o mais comum de ser aplicado .

Nesse caso, a economia gira em torno do poder de compra do consumidor em conjunto com o poder de produção industrial. Ou seja, quanto mais as empresas produzem, mais a população adquire.

Claro que, nesse tipo de modelo econômico, o governo e os agentes financeiros devem trabalha muito em cima das taxas de juros. Afinal, um fator chamado inflação  - geralmente medida pelo IPCA - pode desregular todo o processo.

Quando as taxas de juros aumentam os produtos ficam mais caros e a população perde o poder de compra. Do contrário, se os juros são muito baixos, a procura acaba sendo bem maior que a oferta e a coisa toda desanda, sabe?

Agora, quando falamos em microeconomia, passamos a nos referir sobre modelos bem específicos e particulares de cada país. Um ótimo exemplo é a correção monetária.

A correção monetária acontece quando há valorização - ou o contrário - da moeda local. Nesse caso, ao invés de regular a economia com taxas de juros, a mesma é movimentada de acordo com o valor do próprio dinheiro.

Não é um modelo econômico muito comum de ser adotado, mas quando acontece é capaz de causar um impacto mundial - visto que o modelo econômico de muitos países também giram em torno da importação e exportação.

Mais Retorno, é possível que uma nação adote dois modelos econômicos simultaneamente?

Depende! Não é possível adotar dois modelos econômicos ao mesmo tempo dentro da macroeconomia, entretanto, é possível que algumas ações de microeconomia influencie na primeira opção.

Quem é responsável por definir e controlar os Modelos Econômicos?

Em primeiro lugar, entidades governamentais que tem poder de influência sobre mais de uma nação. Grandes comitês e conferências são realizados periodicamente para que os líderes possam definir estratégias benéficas em escala global. 

Em segundo lugar, o governo de cada país em particular. Claro que, todo trabalhado é realizado por economistas especialistas em conjunto com grandes entidades financeiras, como Bancos Centrais, por exemplo.

Os poderes de um Estado, bem como os diversos ministérios de um país, devem estar em acordo com as possibilidades de modelos econômicos, a fim de conseguirem identificar posteriormente o que funciona e o que não.

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