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Disruptivo

Autor:Equipe Mais Retorno
Data de publicação:18/10/2019 às 17:06 -
Atualizado 3 anos atrás
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O que é Disruptivo?

Ao menos uma vez no dia você utiliza um produto ou serviço que seja ou já tenha sido considerado disruptivo. Você já parou para pensar como era o comportamento das pessoas antes dos smartphones, redes sociais, wi-fi e sites de motores de busca?

Estes são apenas alguns dos exemplos do termo “disruptivo”, que se tornou um conceito atribuído a empresas, tecnologias e mercados e que está diretamente associado às novidades do futuro.

Qual o significado de disruptivo?

 

O adjetivo vem da palavra disrupção, que significa a quebra do curso normal de um processo, o que rompe ou fratura. Ou seja, a ideia de um negócio disruptivo não se trata de inovar algo já existente. Na verdade, é desenvolver aquilo que vai impactar o mercado com a proposta de um novo hábito de consumo para um público segmentado.

Com isso, uma inovação ou tecnologia disruptiva acaba desafiando os antigos padrões conhecidos e enraizados em uma cultura. Os negócios disruptivos são representados, geralmente, por startups e empresas menores que decidem atender um público menos exigente e esquecido pelas grandes companhias. Eles trazem um novo jeito de usar um serviço ou produto, de forma mais objetiva, conveniente e econômica.

História do termo disruptivo

Na comparação com o significado no inglês, o termo disruptive era usado antigamente com uma conotação negativa, de alteração muito brusca e até associada a pessoas desordeiras. Foi a partir da década de 1990 que este adjetivo passou a representar um conceito.

O americano e professor da Universidade de Harvard, Clayton M. Christensen, fez o primeiro registro do uso do termo disruptivo associado às novas tecnologias. Em 1995, ele escreveu o artigo Disruptive Technologies: Catching the Wave, junto com o professor Joseph Bower, para a Harvard Business Review.

Nos anos seguintes, Christensen publicou livros em que aprofundou o uso da inovação e tecnologia disruptivas. Dessa forma, ser disruptivo recebeu uma nova atribuição no vocabulário tecnológico e corporativo, além de tornar-se um conceito de soluções revolucionárias e impactantes entre as empresas.

Exemplos de disruptivo

Diversos produtos e serviços que fazem parte do nosso dia a dia vieram ao mercado com o conceito de ser disruptivo. Confira alguns exemplos:

  • Wikipédia: enciclopédia online, alimentada de forma colaborativa entre os usuários
  • Whatsapp: substitui o SMS
  • Redes sociais: mudou a forma de comunicação e hábitos de comportamento.
  • Airbnb: mediação entre proprietários de imóveis e usuários para aluguel de temporada
  • Netflix: aluguel de séries e filmes online
  • Impressão 3D: usada para criação de protótipos e até impressão de órgãos humanos
  • Motores de busca: já pensou como era fazer pesquisas e atualizar informações sem um Google, Yahoo, Bing…?
  • O que é ser disruptivo?

A disrupção tem que mudar a forma de pensar e agir. Seja para consumidores ou empresas, ideias disruptivas tendem a substituir um mercado existente por trazer uma inovação. É o caso das máquinas de escrever e das câmeras analógicas quando chegaram os computadores e as câmeras digitais. Foram soluções mais eficientes e vantajosas.

De modo geral, ser disruptivo é quebrar paradigmas já estabelecidos e impactar hábitos dos consumidores. Já para o cotidiano das empresas, uma solução disruptiva deve alterar a dinâmica com que ela estava acostumada a trabalhar, contribuindo para uma operação mais eficiente.

Assim, o conceito de disruptivo veio para ficar e alimentar o questionamento e a criatividade constantes de quais outras ideias virão para impactar nossos hábitos.

 

Sobre o autor
Autor da Mais Retorno
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