Economia

Nesta quinta-feira, 25, o investidor brasileiro monitora, de maneira apreensiva, novas notícias sobre rígidas restrições impostos por autoridades europeias a seus países, como forma de frear a transmissão da covid-19. Nesse sentido, o Banco Central Europeu (BCE) se pronunciou, em seu boletim trimestral, sobre o que seria uma terceira onda da doença por lá.

Para a autoridade, a imunização contra a covid-19 tem ganhado ritmo no continente, com velocidades variáveis entre os países, mas ainda está em nível muito baixo para permitir a suspensão das medidas restritivas.

Estação Central de Berlin vazia
Estação Central de trem de Bertlin vazia, em virtude de medidas restritivas - Foto: Pixabay

"O ressurgimento de infecções levou os governos a retomarem restrições severas, principalmente nas economias avançadas. O impacto adverso dessas medidas no crescimento global já é visível nos dados recebidos. A pandemia continua sendo o fator-chave que molda os desenvolvimentos econômicos no futuro", diz o BCE, no documento.

Por outro lado, a instituição espera que o pacote fiscal norte-americano e o acordo comercial firmado entre a União Europeia e o Reino Unido apoiem as perspectivas econômicas da região nos próximos meses.

Megapacote dos EUA

Os Estados Unidos aprovaram no começo de março um megapacote de estímulo à economia com saldo total de US$ 1,9 trilhão. O plano, proposto pelo presidente Joe Biden, foi aprovado pelo congresso americano no dia 10./ Agência Estado

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