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Economia

Republicanos deixarão democratas elevarem teto da dívida nos EUA, diz líder no Senado

Em carta aberta, McConnell diz que a decisão foi tomada para proteger os americanos de uma crise no curto prazo, criada pelo Partido Democrata

Data de publicação:06/10/2021 às 18:04 -
Atualizado 9 meses atrás
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O líder da minoria do Senado norte-americano, Mitch McConnell, afirmou que os republicanos permitirão que os democratas usem procedimentos normais para uma extensão emergencial do teto da dívida nos EUA, em um valor fixado para cobrir os níveis atuais de gastos até o mês de dezembro.

Em carta aberta, publicada no Twitter, McConnell diz que a decisão foi tomada para proteger os americanos de uma crise no curto prazo, criada, segundo ele, pelo Partido Democrata.

Mitch McConnell
Mitch McConnell | Foto: Gage Skidmore

"Isso irá contrapor as desculpas dos democratas sobre a falta de tempo e dar ao governo democrata unificado mais do que tempo suficiente para passarem, sozinhos, a legislação do teto da dívida através da reconciliação", escreveu o republicano.

O mecanismo de reconciliação permite que os 50 votos dos democratas, mais o voto de desempate da vice-presidente Kamala Harris, sejam suficientes para aprovar a medida por maioria simples.

McConnell aproveitou a oportunidade para criticar o Partido Democrata e disse que um diálogo bipartidário "mais tradicional" será possível quando os democratas abandonarem seus esforços para "forçar outra arrecadação de impostos e gastos historicamente imprudente", que, segundo ele, prejudicará famílias e ajudará a China.

O senador afirma ainda que o Partido Republicano segue como o único a ter um plano para evitar o default.

Na carta, McConnell diz que o governo democrata teve dois meses e meio para usar a reconciliação, mas se perdeu em outra crise criada por eles próprios. "Seja por erro de cálculo ou por esforço deliberado de intimar seus membros a destruírem o Senado, os democratas de alto escalão arriscaram adicionar uma crise de default à crise inflacionária, crise de fronteiras e crise do Afeganistão que eles já haviam criado." / Agência Estado

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