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A Oi anuncia seu Plano Estratégico para o triênio 2022-24 com foco na transformação da Nova Oi, com projeções de uma série de indicadores financeiros. A previsão de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Nova Oi, incluindo legado, é de R$ 1,9 bilhão a R$ 2,3 bilhões, com margem de 13% a 15%.

Já a margem Ebitda do chamado Novo Negócio é na faixa de 17% a 19%, "e continuando tendência de crescimento com expectativa de estabilização no patamar de 25%", segundo consta na apresentação. A margem Ebitda da Nova Oi incluindo legado é entre 13 a 15% na projeção para 2024.

plano estratégico da oi
Plano Estratégico da Oi prevê EBITDA de R$ 1,9 bilhão a R$ 2,3 bilhões, com margem de 13% a 15%, para a Nova Oi

O crescimento anual composto (CAGR) de média de casas conectadas com fibra entre 2021 e 2024 é de 31% podendo chegar a 8 milhões em 2024. A receita média por casa seria de R$ 94 por mês em 2024, tendo a taxa CAGR no período de 11%.

A receita líquida da Nova Oi tem como projeção para 2024 de R$ 14,8 bilhões a R$ 15,5 bilhões, sendo a da Oi Soluções estável no patamar de R$ 2,6 bilhões, as do chamado legado no residencial de R$ 500 milhões em 2024 e as novas receitas podendo chegar a R$ 1,5 bilhão.

O indicador capex sobre receita líquida deve sair de cerca de 14% para 7,8%. Por sua vez, a razão entre dívida líquida e Ebitda da Nova Oi deve ir a 6,6 vezes e no critério proforma (Nova Oi + 40% Infra Co) de 3,7 vezes.

Corte de custos

Além do seu plano de investimentos para criar a Nova Oi, a companhia anunciou também também um programa de corte de R$ 1 bilhão em custos até 2024.

A volume de economias previstas é novo, destacou o presidente do grupo, Rodrigo Abreu. Em 2019, a tele já havia lançado iniciativa com a mesma meta de cortar R$ 1 bilhão em despesas, chegando a ultrapassar a meta neste ano, com economias totais de R$ 1,176 bilhão.

Na próxima tesourada, estão previstas economias de aproximadamente R$ 350 milhões com vendas, marketing e atendimento, R$ 320 milhões na organização e suporte ao negócio, R$ 150 milhões em sistemas e processos de TI, e R$ 400 milhões com redes e operações.

Segundo Abreu, isso passará por aceleração de algumas iniciativas já em andamento, como substituição e desligamento de redes antigas de cobre; revisão de operações deficitárias; formação de parcerias; otimização de imóveis, lojas e centros de distribuição; redesenho da governança, entre outros pontos; e conclusão da venda de ativos. / Agência Estado

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