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Eike Batista foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a pagar uma multa de R$ 150 mil por ter votado, em situação de conflito de interesses, em reunião do Conselho de Administração da MMX em 2015.

O processo julgado nesta terça-feira, 23 foi instaurado pela Superintendência de Relações com Empresas (SEP) da CVM para apurar a responsabilidade do empresário, presidente do Conselho de Administração e acionista controlador da MMX Mineração – à época, em recuperação judicial.

Brasília - O empresário Eike Batista fala na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que apura irregularidades no BNDES (Wilson Dias/Agência Brasil)

Após analisar o caso, a relatora Flávia Perlingeiro votou pela condenação de Eike Fuhrken Batista a multa de R$ 150 mil. O Diretor Alexandre Costa Rangel divergiu do voto e foi favorável à absolvição do acusado. Já o presidente da CVM, Marcelo Barbosa, acompanhou o voto da relatora.

O que Eike Batista fez

Em fevereiro deste ano, o empresário foi condenado pela 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro à pena de 11 anos e 8 meses de prisão por crimes contra o mercado de capitais.

Batista também foi condenado a pagar multa no valor de R$ 871 milhões pelos crimes de uso de informação privilegiada e manipulação de mercado.

Ao todo, o empresário soma pena de 28 anos de prisão.

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Repórter do Portal Mais Retorno.

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