O que é previdência?

A previdência é o nome dado para a reserva financeira que uma pessoa faz ao longo da sua vida. O foco é acumular patrimônio para o futuro, especialmente pensando em um momento de aposentadoria, permitindo que o trabalho não seja mais obrigatório.

O seu funcionamento é relativamente simples e dividido em duas fase. Em um primeiro momento, o investidor deve realizar a fase de acúmulo, quando irá trabalhar com aportes mensais. No futuro, ele poderá usufruir do patrimônio construído.

Atualmente, existem diversos tipos de investimentos que proporcionam a geração dessa renda, cada um com as suas características e que podem ser usados de maneira complementar para gerar patrimônio.

Essa é a melhor estratégia para chegar à terceira idade de maneira confortável, trabalhando apenas por desejo — e não por necessidade.


Por que investir em um plano de previdência?

 

Pessoas jovens tem por hábito subestimar a importância de criar um plano de previdência. Com tanta vitalidade, é normal pensar que o fôlego será eterno e que nunca faltará disposição para as atividades de rotina.

Na prática, não é bem assim que funciona. É claro que, se você gostar muito do seu trabalho, não precisa necessariamente se aposentar. Isso, no entanto, não torna desnecessário o uso da previdência como forma de garantir uma renda adicional futura para você.

Vale lembrar que, mesmo sem aposentar, talvez você queira reduzir sua carga horária. Ou então temos o risco do mercado marginalizar o seu trabalho por questão de idade. Quem faz um plano previdenciário não se preocupa tanto com essas questões, pois a parte financeira está garantida.

Quais são as opções para criar um plano de previdência?

Conforme mencionamos na introdução, existem alternativas para que você trabalhe o seu capital e gere a própria renda para o futuro. Vamos separar em três grupos principais apenas para que seja possível visualizar as alternativas.

Previdência Social

A Previdência Social é o formato mais conhecido pelos brasileiros quando o assunto é poupar para o futuro. Ela, afinal, é administrada pelo próprio governo.

O seu funcionamento é simples: mensalmente, quem trabalha contribui com um percentual específico dependendo da faixa salarial (geralmente, entre 8% e 11%). Esse valor será usado para garantir o pagamento de quem já é aposentado, enquanto que no futuro você receberá o mesmo benefício depois de aposentar.

O maior problema aqui é que você, se contratado via carteira de trabalho (CLT), é obrigado a contribuir com a Previdência Social. E, sendo uma pessoa organizada, poderia fazer por si próprio a poupança para o futuro, inclusive com melhores rendimentos. Por outro lado, para pessoas que têm dificuldades em manter as finanças pessoais em dia, esse é um bom recurso para garantir uma renda futura.

Previdência Privada

A outra forma bem conhecida de criar seu plano previdenciário é usar da Previdência Privada que, como o nome já sugere, é um investimento feito via instituições privadas, como bancos ou corretoras.

Basicamente, existem dois formatos básicos de Previdência Privada e cada um deles apresenta características para perfis diferentes. São eles:

Lembrando que, pensando ainda nas empresas privadas, há outras maneiras de você trabalhar a sua previdência que é investir por conta própria em outras categorias de ativos.

É possível, por exemplo, receber renda mensal com os dividendos investindo em fundos imobiliários, por exemplo, ou comprar ações para buscar o recebimento de dividendos. Esses são investimentos, contudo, que contém riscos e, portanto, devem ser usados de acordo com seu perfil de investidor.

Caso ainda não saiba o seu, nós temos um teste personalizado que ajudará a entender qual o melhor formato para gerar sua renda futura com a previdência.

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