Última modificação em 25 de setembro de 2019

O que é a estratégia de oceano azul?

Oceano Azul é uma estratégia ligada ao universo dos negócios que incentiva a procura por mercados ainda não explorados ou pouco explorados. Essa seria uma forma de se evitar a concorrência acirrada de mercados já saturados.

Em alguma medida, esse é um caminho ligado à noção de inovação, que não é necessariamente tecnológica, mas no sentido de se fazer negócios que ainda não foram feitos pela maioria das empresas em determinado mercado.


O que seria, então, o oceano vermelho?

 

Em contraponto ao oceano azul, temos o oceano vermelho, que é um cenário extremamente competitivo, marcado por margens de lucro muito pequenas.

Em meio a essas condições, temos uma luta extremamente acirrada entre as empresas. Nesse cenário, qualquer inovação pode se transformar em algo obsoleto rapidamente, tamanho são os esforços dos players desse tipo de mercado para superar seus concorrentes.

Disso, podemos concluir que é muito difícil conquistar um diferencial competitivo em meio ao “oceano vermelho”.

Quais os princípios do oceano azul?

Vejamos, agora, alguns dos principais princípios que norteiam a estratégia do oceano azul.

1. Reconstruir fronteiras de mercado

Para “navegar” em oceano azul é preciso reconstruir fronteiras de mercado. Frente a esse objetivo, nada melhor que arriscar em novos nichos de atuação ou se integrar a ecossistemas mais acelerados em termos de inovação e desenvolvimento, como é o caso das incubadoras e startups.

2. Concentrar-se no panorama geral, não em detalhes

Boa parte das empresas cultiva o hábito de se concentrar excessivamente em detalhes operacionais, se esquecendo de pensar em um planejamento de forma mais ampla. Esse tipo de comportamento costuma resultar em ações dispendiosas em termos de recursos humanos, tempo e dinheiro que não geram um retorno significativo.

Embora o acompanhamento de indicadores e metas seja algo fundamental, trata-se de uma questão secundária frente a necessidade de se concentrar em um panorama geral do mercado. As tomadas de decisão também devem se basear em acompanhamento de tendências do mercado, cases de concorrentes, entre outras análises que não digam respeito exclusivamente aos processos de trabalho no âmbito da própria empresa.

3. Atenção a sequência estratégica

O terceiro princípio prevê a aplicação da chamada sequência mágica: utilidade para comprador, preço, custo e adoção.

Trabalhando sob essa perspectiva, vemos o direcionamento das organizações para maior foco na experiência do cliente e utilização de de protótipos e simulações. Espera-se que a partir da validação da utilidade e usabilidade de de um produto ou serviço seja possível chegar a referida sequência.

4. Superar barreiras organizacionais

Para chegar ao tão sonhado oceano azul é preciso transpor algumas barreiras organizacionais. Confira quais são elas:

 

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