O que é investimento?

O investimento é, de maneira geral, toda aplicação de recursos a fim de gerar ganhos futuros.

O conceito em si engloba diferentes aspectos da nossa vida, podendo trabalhar com investimentos intelectuais, sociais, culturais e mais. Investir é então uma aplicação de tempo, energia, atenção, dedicação e estudo, por exemplo, que se reverte em novos recursos no futuro.

Mas e quando se trata de investimento financeiro? Bom, o investimento financeiro é todo gasto e aplicação de capital cuja intenção seja produzir uma renda “independente". É uma forma de transformar o dinheiro em um “organismo vivo", que gere rentabilidade sem necessidade dos seus esforços físicos ou intelectuais constantes, como é comum no trabalho.

Normalmente, os investidores iniciam essa prática em busca de estabilidade, liberdade e segurança financeira. A vantagem é que para começar não é necessário de um grande montante de capital - ainda que essa restrição possa limitar as suas possibilidades quando se trata de aplicações.

Então, para que não sobre dúvidas, a seguir você conhecerá um pouco mais sobre como e onde investir, além de ter dicas de cuidados fundamentais para minimizar os riscos. Continue a leitura do artigo!


Investir x Poupar x Especular/Apostar

Um dos primeiros passos para compreender os investimentos é se atentar para a diferença entre poupar, investir e apostar em algo. Pode parecer bobo, mas há quem confunda.

A ideia de poupar dinheiro está ligada a uma mudança de hábito. É preciso ter disciplina, determinação e frequência (geralmente, mensal) para obter um resultado.

Isso se dá, justamente, por poder ser praticado em casa (guardando dinheiro em cofres, por exemplo) ou em uma conta poupança (que não possui uma taxa de juros tão vantajosa assim). É uma prática eficiente, mas cuja obtenção de grandes resultados depende dos seus esforços.

A aposta, por sua vez, é uma “versão inconsequente” do investimento. Você aplica uma quantia de dinheiro em algo desconhecido e com chances totalmente incertas de retorno. É considerada uma atitude de alto risco.

Já o investimento requer conhecimento sobre o ativo em questão. Diferente de poupar, o dinheiro trará, por si só, um retorno, podendo ser em curto, médio ou longo prazo.

Mas não podemos dizer que investir é algo 100% seguro, ok?! As operações apresentam sim riscos, que só podem ser mitigados quando amparados por consciência e conhecimento.

Como investir?

Para investir é preciso considerar alguns pontos, que vão de análises matemáticas à compreensão do mercado.

Tenha em mente que o sistema é ativo e está em constante movimentação, por isso apresenta incertezas e condições específicas para se atuar nele, a depender da conjectura.

Esteja preparado para lidar com: o rendimento esperado (a sua expectativa sobre os futuros ganhos), o risco aceitado (os possíveis riscos de perda que cada um dos ativos apresenta) e o horizonte temporal (o tempo que o investimento leva para gerar uma rentabilidade agradável).

Depois de entender que esses 3 pontos citados pertencem ao mundo dos investimentos, você deverá começar a ter maior contato com os produtos financeiros disponíveis.

Além disso, você deverá entrar em contato com você mesmo e considerar a sua atual condição (emocional e financeira), além de ter um objetivo claro que te permita criar um bom planejamento financeiro e se identificar em meio diferentes perfis de investimento.

Os investidores de perfil conservador estão em busca de investimentos seguros com chances mínimas de perda. Os da categoria “moderado" são mais maleáveis, mas ainda preferem investimentos similares aos dos conservadores. Os arrojados, por sua vez, buscam por investimentos distintos e não se prendem aos níveis de risco.

Agora que já conhece cada um deles, talvez seja mais fácil traçar o seu perfil. Caso não consiga, a dica é buscar por um profissional que preste serviços na área, como consultores, assessores e analistas de investimentos.

Quais são os tipos de investimento?

Existem dois principais tipos de aplicação: a de Renda Fixa e a de Renda Variável.

Os ativos de Renda Fixa são reconhecidos por apresentar uma previsão de ganhos. São indicados para os investidores de perfil conservador/moderado devido a tranquilidade e segurança que proporciona. No entanto, vale ressaltar que esse tipo de aplicação costuma trazer resultados a longo prazo.

Dentro das aplicações de Renda Fixa podemos encontrar três tipos de ativos, sendo os pré-fixados, os pós-fixados e os híbridos, que contemplam os dois anteriores.

Os pré-fixados são um tipo de investimento que, desde o início da negociação, apresentam o percentual exato de ganho a ser obtido no período de maturação da aplicação.

Imagine que você aplicou seus recursos em um título do Tesouro Direto e sabe que dentro de um ano seu rendimento será de 15% sobre o valor inicial. Esse é um exemplo de pré-fixados.

Enquanto isso, os pós-fixados estão diretamente ligados a um indexador, tendo a rentabilidade equivalente a tal índice (como o CDI, por exemplo).

Já os investimentos de Renda Variável, por fim, costumam apresentar maiores vantagens (no quesito rendimentos) e maiores riscos, quando comparados à Renda Fixa.

Por isso trabalham, majoritariamente, com os perfis de investidores moderados/arrojados (mais abertos ao risco), como é o caso da Bolsa de Valores.

Em que se é possível investir?

Agora que já conhece o conceito, as análises, cuidados necessários e os tipos de aplicações, que tal conhecer um pouco mais dos produtos financeiros

Abaixo, separamos alguns dos mais populares investimentos do Brasil:

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