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Investidor Profissional

O que é um Investidor Profissional?

O investidor profissional não é apenas uma definição de quem vive de renda ou tenta extrair seu salário do mundo dos investimentos, como muita gente pode pensar. Existem requisitos técnicos para a categoria, mas antes de vê-los cabe uma explicação sobre essa divisão.

Dentro do mercado financeiro existe uma hierarquia dos tipos de investidores. Naturalmente que, quanto maior a qualificação, melhores oportunidades de ativos financeiros aparecem.

Embora pareça algo meio novo ou incomum para a maioria da população, isso é normal em diversos ambientes. Os próprios bancos dividem seus clientes em níveis e, quanto melhor um cliente é, maiores os benefícios que ele recebe.

Mas, afinal, o que define um investidor profissional? Quais as características necessárias para estar nesse grupo?


Quais as características exigidas para ser um investidor profissional?

Dentro dessa hierarquia mencionada estão basicamente dois critérios básicos: o volume de dinheiro empregado em aplicações financeiras e o conhecimento técnico exigido.

O investidor profissional está no topo dessa hierarquia. Para fazer parte do grupo, ele precisa cumprir os seguintes requisitos técnicos:

  • Ter ao menos R$10 milhões investidos em ativos financeiros;
  • Assinar um termo junto ao banco ou corretora certificando o seu enquadramento como investidor profissional e seu conhecimento de mercado.

Ou seja, o termo atesta o conhecimento técnico dentro do mercado financeiro, além de garantir que o investidor realmente apresenta aplicações que superam o valor de R$10 milhões.

Qual a diferença entre o investidor profissional e o investidor qualificado?

Muita gente confunde o investidor profissional com o investidor qualificado. Eles, de fato, possuem características semelhantes. Ou seja, ambos precisam de um termo certificando seu capital e o seu conhecimento técnico.

No entanto, os montantes exigidos são bem diferentes. A partir de um milhão de reais de patrimônio aplicados no mercado financeiro, o investidor já recebe a classificação de qualificado. Como você acabou de ver, esse perfil só poderá ser um profissional após aumentar esse valor em dez vezes.

Portanto, é muito mais difícil ser considerado um investidor profissional.

Qual é a vantagem de ser um investidor profissional?

A grande vantagem de ser um investidor profissional está nas oportunidades oferecidas pelos bancos e corretoras. Eles têm acesso a uma série de ativos e aplicações que o público geral sequer sabe que existem.

Normalmente, esses ativos apresentam maiores rentabilidades, mas também trazem riscos elevados em relação à média das oportunidades. Por isso, a classificação exige o termo atestando conhecimento técnico. É preciso entender bem o que acontece para não se arriscar demais pela ganância.

Além disso, esses produtos financeiros costumam cobrar taxas menores de administração, tornando-se ainda mais atrativos para quem entende sobre finanças.

O investidor profissional, portanto, tem acesso a todos os tipos de oportunidades dentro do mercado financeiro brasileiro.

Quem pode ser um investidor profissional?

Qualquer pessoa (física ou jurídica) pode ser um investidor profissional desde que cumpra os requisitos técnicos que apresentamos neste texto. Ou seja, emitir o termo da categoria e ter a comprovação de R$10 milhões em aplicações.

Pelo alto volume de dinheiro exigido, é mais fácil encontrar empresas do que pessoas físicas nessa categoria. Por isso, é comum encontrar organizações focadas no mercado financeiro como investidoras profissionais. É o caso, por exemplo, de fundos de investimentos, instituições financeiras e das empresas de seguros.

Outro cenário em que o perfil pode ser considerado dentro deste grupo são pessoas físicas que apresentem amplo conhecimento e afinidade com o mercado financeiro como são os agentes autônomos de investimentos, administradores de carteiras ou analistas autorizados pela CVM.

Por fim, ainda temos o grupos dos Investidores Não Residentes. Esse termo remetes às pessoas (que podem ser físicas ou jurídicas) com residência (ou sede, para Pessoas Jurídicas) no exterior, mas apliquem dinheiro no Brasil.

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