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Geração X

O que é a Geração X?

Geração X é o nome dada a uma faixa geracional específica, composta por pessoas nascidas entre o início dos anos 1960 e o fim dos anos 1970. Elas são assim conhecidas por compartilharem um conjunto de experiências típicas de quem nasceu e cresceu neste período, o que não as obriga a concordar com absolutamente todas as características apontadas como sendo comuns à Geração X.

Na análise das gerações, a Geração X é aquela que sucede os Baby Boomers e antecede a Geração Y. Entre alguns dos eventos históricos, culturais e sociais que eles partilharam estão:

  • Guerra Fria;
  • Movimento hippie;
  • TV em cores;
  • Segunda Onda do Feminismo;
  • Corrida espacial;
  • Luta pelos direitos dos negros e dos homossexuais;
  • Guerra do Vietnã;
  • Ditadura Militar, no Brasil;
  • Entre outros.

Por conta desses eventos, a Geração X é vista como uma geração que saiu da luta pelo liberalismo social em direção ao conservadorismo conforme envelhecia, sendo hoje uma faixa mais conservadora da sociedade do que as que a sucederam.

Além disso, ela ficou marcada pela forte veia empreendedora, abrindo mais negócios do que seus pais e avós e introduzindo a mulher no mercado de trabalho de forma permanente. Essa última, inclusive, gerou mudanças nos comportamentos de consumo e nas estratégias de marketing conforme as décadas se passavam, já que elas adquiriram um poder de compra maior.

Falando em consumo, é de suma importância que entendamos como a geração X impacta hoje a economia. Afinal de contas, ela é atualmente a parcela mais produtiva da força de trabalho que temos. E é justamente para tratar dessa questão que preparamos o tópico a seguir. Vamos lá?!


Qual é o impacto da geração X sobre o consumo e a publicidade?

Em meados de 2018, a geração X era responsável por mais de 50% da renda das famílias, sendo considerados portanto um importante tomador de decisões no que tange ao consumo e aos investimentos realizados por esses grupos. Aliás, é com seus familiares (pais, irmãos, filhos, cônjuges etc.) que as pessoas da geração X mais tendem a gastar.

E mesmo que tenham nascido em uma época em que a internet ainda não havia dominado (e mudado) o mundo, nas compras online eles também são dominantes. Naquela mesma época, a média de idade dos consumidores nos e-commerce era de aproximadamente 43 anos e 7 em cada 10 compras eram realizadas por pessoas com mais de 35 anos.

Entender esse padrão permite entender não apenas o impacto deles ao gerenciar o dinheiro de suas famílias como também o poder que eles podem ter sobre a publicidade. Como sujeitos multiplataformas, que transitam de forma mais fluida entre o mundo digital e o mundo físico, acredita-se que eles estejam mais sujeitos a propagandas offline - como aquele outdoor, panfleto, folder e até banner. 

É claro que essas são características em comum, mas que não devem ser generalizadas. Questões de contexto, como a classe econômica ao qual aquela pessoa pertence, podem diferenciá-la de seus "colegas de geração". Assim, as empresas precisam tomar cuidado para que o tiro não saia pela culatra e o seu real público-alvo não seja totalmente impactado por sua mensagem, simplesmente porque sua individualidade não foi respeitada. Mesmo geração, sim. Clones? Não.

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