Última modificação em 3 de julho de 2020

O que é economia colaborativa?

Economia colaborativa é o termo utilizado para referenciar a forma compartilhada de obter algum serviço ou bem material.

Por exemplo, suponhamos que você queira viajar para outro estado, mas não possua um veículo próprio, certo? Ao invés de ir até uma concessionária e comprar um carro, você poderá simplesmente baixar um aplicativo especializado em locação e conseguir o seu transporte apenas pelo tempo que for utilizá-lo.

Posteriormente, o mesmo transporte poderá ser locado e utilizado por outras pessoas. Essa é a essência da economia colaborativa! É uma excelente ferramenta que permite a redução de gastos, tanto para pessoas físicas, quanto para pessoa jurídicas.

Esse fenômeno também pode ser conhecido mundialmente como “sharing economy”, “economia em rede” ou “economia compartilhada”.

Além do que tange a redução de gastos, a economia colaborativa também representa ações concretas no que diz respeito aos problemas ambientais e sociais que enfrentamos diariamente: por vezes, é mais sensato dividir do que acumular.

Sendo assim, é uma estrutura que afeta simultaneamente todas as formas de viver e de se fazer negócio. 

É importante lembrar que a economia colaborativa já acontece desde quando o Brasil é Brasil: povos indígenas e suas comunidades já praticavam a trocas de pertences entre si.

Com o avanço tecnológico, o mundo inteiro se viu diante da possibilidade de realizar transações e se geolocalizar de forma mais rápida e cômoda. A qualidade investida em recursos foi fundamental para alavancar esse novo sistema econômico. 


Economia colaborativa acontecendo ao vivo e a cores

Já parou para refletir na quantidade de vezes em que você, mesmo sem saber, já usufruiu do sistema de economia colaborativa no seu dia?

Um dos maiores e mais famosos veículos de comunicação, a Folha de São Paulo, já realizou pesquisas baseadas em dados estatísticos para comparar diferentes orçamentos destinados a uma festa de casamento.

Os dados apontaram que a reutilização de produtos provenientes de outras cerimônias, como itens decorativos e sistema de iluminação, foram capazes de reduzir em 24,3% os gastos previstos pelos noivos. 

Felicidade a deles, por poderem investir um pouco mais na lua de mel, e nossa, pela chance de utilizar essa situação como exemplo!

Por falar em exemplo, o fotógrafo paranaense Gustavo Benke, também soube utilizar a economia compartilhada a seu favor. O “segredo” de Benke está em alugar alguns cômodos de sua casa e ,consequentemente, obter redução nas despesas.

A divisão do espaço é benéfica para os dois lados: os hóspedes economizam com a estadia e a alimentação, e o fotógrafo gasta menos com o pagamento em contas de consumo. 

Além disso, Benke também possui o hábito de trocar serviços fotográficos por bens ou serviços de outras pessoas – famoso processo de escambo. 

Alguns professores de idiomas costumam realizar o mesmo processo, ao oferecerem seus dons didáticos em troca de aulas em outra categoria, como instrumentos musicais ou danças diversas. 

No mais, lembramos que as plataformas digitais, como sites e aplicativos, também são excelentes veículos para promoção da economia colaborativa. 

Através delas, alguns projetos de negócios puderam finalmente sair do papel: aluguel de vagas de garagem, venda de roupas usadas (os famosos brechós), contratação de pessoas para serem guias turísticos ou cuidadores, favores entre amigos ou familiares, dentre outros.

Mais fácil do que parece, não é?

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