Última modificação em 18 de dezembro de 2019

O que é uma carteira recomendada?

Uma carteira recomendada é simplesmente um conjunto de ativos sugeridos para um investidor. Consequentemente, caso quem a receba opte por seguir a sugestão, essas aquisições farão parte do seu portfólio de investimentos.

Essa é uma prática bem comum em corretoras e casas de análises de investimentos. A ideia central é proporcionar um canal de informações que ajude na tomada de decisão dos seus principais clientes.

Na maior parte das vezes, a carteira recomendada é acompanhada por um relatório explicativo. Assim, o autor da sugestão consegue expressar suas ideias e as razões pelas quais fez a indicação de compra (ou venda, caso o ativo não valha mais a pena) ao investidor.


Como funciona a carteira recomendada?

 

Com periodicidade pré-definida, geralmente semanal, as empresas que utilizam da carteira recomendada compartilham seus relatórios com clientes e até mesmo prospectos (pessoas interessadas em investimentos, mas que ainda não possuem conta na instituição).

Nesse relatório, as corretoras e as casas de análises fornecem algumas avaliações em relação aos ativos e sobre o momento do Mercado Financeiro. Por essa característica, as estratégias costumam ser empregadas para o longo prazo. O atraso entre a produção do documento e o recebimento do cliente final praticamente inviabiliza ações de Day Trade.

Além disso, as empresas costumam criar diferentes modelos de carteiras recomendadas. Elas podem ser focadas em ações com precificação abaixo do justo, ativos que oferecem bons dividendos ou outro formato mais específico. O intuito é fornecer uma carteira recomendada especializada para cada perfil de investidor.

Quais são os principais perfis de investidores?

Neste ponto, é importante também esclarecer que existem diferentes perfis entre pessoas que decidem investir. Portanto, não basta criar uma carteira recomendada genérica: é impossível atender todos os públicos ao mesmo tempo.

Basicamente, são três perfis de investidores. Esse é um assunto para um texto exclusivo, mas apenas para que fique claro, nós resumimos a seguir as principais características de cada um deles.

A carteira recomendada ajuda na diversificação?

Uma das grandes vantagens da carteira recomendada é a apresentação da diversificação ao cliente. Ainda que existam modelos para diferentes perfis, o trabalho com diferentes formatos de ativos é praticamente um regra.

Assim, caso o investidor siga a sugestão do analista, ele não estará expondo demasiadamente o seu capital aos riscos, mas sim equilibrando diferentes ativos, rentabilidades e segmentos de atuação. Ou seja, a carteira recomendada ajuda bastante o investidor iniciante a entender como diversificar os seus ativos.

Vale a pena seguir uma carteira recomendada?

Um dos problemas da carteira recomendada é que ela pode gerar uma falsa sensação de dinheiro fácil. Ainda que os analistas sejam competentes, nenhuma corretora tem bola de cristal. Portanto, as avaliações nem sempre se confirmam.

Por outro lado, ao usar as recomendações como uma ferramenta adicional, respeitando a diversificação e ponderando também a sua visão dos ativos antes de comprá-los, a carteira recomendada pode trazer benefícios interessantes.

Ela é ainda mais atrativa para o investidor iniciante. Ao ler os relatórios, ele consegue acompanhar o mercado, entender como pensam os profissionais e já participar na prática da compra e venda de ativos.

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