Última modificação em 10 de janeiro de 2020

O que é uma carteira de investimentos?

Carteira de investimentos é o nome dado a um conjunto de ativos que pertencem ao mesmo investidor. Esse investidor pode ser uma pessoa física ou uma pessoa jurídica , de modo que seja uma das suas tias, seja aquela empresa gigantesca da sua cidade, se eles realizam investimentos, eles possuem uma carteira de investimentos.

Para facilitar, pense o seguinte. Se você tem uma camiseta, uma calça e uma meia, cada uma delas é uma peça única, certo? Contudo, quando analisadas juntas, elas se tornam o seu guarda-roupa. E não, não estamos falando do móvel: você pode guardar as suas roupas numa sacola embaixo da cama, elas ainda são parte do seu guarda-roupa (como um sinônimo de conjunto de peças mesmo, como dita o dicionário).

Quando se trata de investimentos, é praticamente a mesma coisa. Um de seus vizinhos pode ter uma casa que ele aluga no outro lado da cidade e um apartamento, também usado para locação, na praia. O outro, fez aplicações apenas em ações de três ou quatro empresas diferentes. Ambos possuem uma carteira de investimentos. O que muda? Os "produtos colocados na cesta", isto é, os ativos presentes na carteira.

Como montar uma carteira é, inclusive, uma das primeiras dúvidas enfrentadas por qualquer pessoa decidida a começar a investir.

Sabe quando você vai ao supermercado e fica até atordoado com todas aquelas opções? O que te impede de comprar absolutamente tudo é o mesmo que norteia os investidores: a quantidade de dinheiro disponível. Sendo este um recurso limitado, tem que ser bem aproveitado para atingir os objetivos que se propõe. No supermercado, é fazer aquela receita de escondidinho de carne seca ou bolo de chocolate que você gosta. Nos investimentos, contudo, descobrir qual é o objetivo nem sempre é fácil e por isso o goal-based investing se tornou um norteador tão relevante para as decisões tomadas a serem tomadas na composição das carteiras.


Como montar uma carteira de investimentos diversificada?

Quando se trata de gerenciar a própria carteira de investimentos, não existe uma receita de bolo.

É claro que existem as carteiras recomendadas, que são muitas vezes uma verdadeira mão na roda, mas esse não é o ponto abordado neste tópico. Para acessar o artigo completo que preparamos para você, com maiores detalhes acerca da carteira recomendada, clique aqui.

Por ora, tratemos de entender como as carteiras são montadas.

Para começar, é necessário entender qual é o nível de risco suportado por você, como investidor. Entre o perfil conservador (que tem uma tolerância bem menor ao risco) e o perfil agressivo (com o maior nível de tolerância), existem ainda os níveis intermediário, de perfil moderado e arrojado. Para compreender cada perfil e identificar o seu, recomendamos que acesse o nosso teste exclusivo e gratuito, disponível aqui.

O segundo passo, para não dizer o mais importante, é justamente colocar em prática aquilo que citamos ali no final do primeiro tópico: definir os seus objetivos. Quais são eles? Em quanto tempo você quer realizá-los? Existem mais objetivos de curto, médio ou longo prazo? Qual desses "prazos" demanda a maior quantidade de dinheiro?

Somente com isso em mente é possível escolher quais produtos disponíveis no mercado servirão melhor ao seu objetivo, balanceando riscos e rentabilidade. Nós temos, inclusive, um exemplo bem bacana para demonstrar isso:

"Se o seu intuito é viajar em 2022, o seu capital precisa aportar esse acontecimento até 2022. Não adianta adotar uma estratégia de longo prazo (pensando em 20 anos, por exemplo). Você acabará frustrado.

Da mesma forma que, se o alvo for construir uma casinha amarela com cercas brancas e jardim onde a sua família viverá por décadas a fio, arriscar todo o seu patrimônio em um investimento de alto risco e curto prazo parece imprudente."

Esse exemplo é justamente do nosso texto sobre o Goal-Based Investing.

Após concluir essa etapa de definição de metas, não tem jeito: é sentar na cadeira e começar a estudar os ativos disponíveis no mercado.

Lembra quando citamos a questão dos riscos e da rentabilidade ali em cima? É no estudo de cada ativo que você vai identificar se a rentabilidade esperada é suficiente para alcançar os seus objetivos, sem que para tanto você precise aceitar mais riscos do que está disposto. No fim, é um jogo de balança mesmo.

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