O que é Capital?

No que diz respeito ao mercado financeiro, o termo capital representa todo e qualquer ativo  que possa gerar rendimento ao longo do tempo.

Basicamente, se resume a toda riqueza acumulada que pode vir a gerar mais riqueza ainda. Inclusive, o principal objetivo é esse mesmo: aumentar seu próprio volume gradativamente.

Vale esclarecer que capital não é algo físico. Pode ser sim, representado por papel-moeda ou qualquer outro tipo de instrumento mediador, mas não se trata especificamente desse sistema monetário.

Em realidade, capital pode ser qualquer riqueza que se adeque a uma mecânica de auto reprodução! Caracteriza-se, ainda, pela circulação de bens, produtos ou serviços no mercado econômico.

O capital pode ser classificado de diversas formas diferentes, vamos ver mais a fundo sobre cada uma delas.

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Quais são os diferentes tipos de Capital?

A fim de compreendermos melhor, vamos contextualizar uma situação: suponhamos que você possui uma empresa em seu nome, certo? 

Para que isso fosse possível, você precisou de um capital inicial para começar seu negócio, ou seja, para fazer acontecer. Esse valor investido é chamado de capital social.

Após esse primeiro passo, sua empresa já está atuando no mercado. Tudo indo muito bem! Um mês depois, seu negócio já está valendo bem mais do que anteriormente. 

A partir desse ponto, você possuirá um capital próprio, que representa nada mais, nada menos, do que a soma do capital social com as variações e o lucro decorrente desse mês que se passou!

Uma outra classificação, é o capital de terceiros. Esse poderá ser aplicado quando algum produto ou serviço for financiado a longo prazo. Por exemplo, quando algum imóvel é adquirido ou quando sua empresa paga pela prestação de algum serviço.

Na sua companhia, espera-se que você tenha um montante guardado e um montante circulando, correto? A soma desses dois ativos, ou seja, do passivo  com o patrimônio líquido, caracteriza o seu capital total.

Por outro lado, você também poderá contar com um capital integralizador, caso possua um sócio disposto a investir determinada quantia na empresa todo mês, por exemplo. Ou seja, é uma espécie de capital futuro.

Agora, vamos pensar que, lá atrás, quando você consolidou essa empresa, o objetivo era basicamente produzir e lucrar. Pois bem, tudo aquilo que você já produziu será considerado como capital produtivo.

Normalmente, essa última categoria se enquadra para produtos que sejam, literalmente, palpáveis: construções, bens de consumo, objetos, entre outros.

Por fim, temos o capital especulativo, representando quanto você considera que sua empresa ainda poderá ser valorizada ao longo do tempo. Se você notou alguma semelhança com qualquer modalidade de renda variável  - como os títulos negociados na bolsa de valores, por exemplo - está certíssimo! 

O que é Capital de giro?

Vale abrir um tópico exclusivo para essa classificação, pois ainda existem muitas dúvidas a cerca dessa modalidade específica.

O capital de giro representa todos os recursos demandados de curto prazo da empresa, ou seja, trata-se dos ativos circulantes, brevemente citado na ilustração anterior.

Outros itens que compões a classificação de capital de giro, além dos ativos circulantes, são os pagamento a receber e a quantidade de recursos em estoque. A partir disso, podemos entender o porquê desse capital leva tal denominação.

Tudo aquilo que a empresa compra se transforma em estoque. Posteriormente, esse estoque se transforma em produto. O produto é vendido ao cliente, que por fim, gera lucro ao caixa da empresa. 

Ou seja, toda essa operação é circulante. Por isso o nome capital de "giro".

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