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Bonds

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O que são Bonds?

Os Bonds nada mais são do que títulos emitidos por um país (treasury bonds) ou por empresas (corporate bonds) e demais instituições privadas.

Os bonds, em grande parte, funcionam como um produto de renda fixa no qual o investidor compra o título e vai receber um rendimento de acordo com as taxas de juros negociadas com o emissor.

No Brasil, essas taxas costumam ser a Selic, DI, IPCA mais juros prefixados, IGPM mais prefixados, entre outras.

Esses títulos ou bonds são oferecidos por grande parte dos países, sendo semelhantes às debêntures (para os títulos privados) e aos títulos públicos (para os governamentais) por aqui.

Por se tratar de investimentos mais seguros e com rentabilidade pré-definida, os bonds acabam atraindo os investidores mais conservadores.


Como funcionam os Bonds?

Quando um país ou uma empresa precisa levantar dinheiro para financiar suas operações e aumentar seus investimentos, essas instituições precisam captar recursos de algum lugar.

Tecnicamente você possui a opção de pegar dinheiro junto a banco, mas essa opção em grande parte é muito cara.

Então sobra o mercado financeiro.

Por meio do mercado financeiro, a empresa ou o país consegue captar recursos de forma mais barata e com um volume e prazos muito maiores.

Existem debêntures, por exemplo, que chegam a levantar mais de 100 milhões de reais ou emissões da dívida pública no exterior que passam facilmente dos bilhões de reais.

Portanto os bonds podem ser bons tanto para os investidores quanto para os emissores da dívida.

De um lado o investidor consegue investir em um bom ativo, com uma remuneração legal e do outro lado você tem um país ou uma empresa que consegue captar recursos para conseguir se financiar a um custo bem mais baixo do que a média do mercado bancário.

Em grande parte, quando os bonds são lançados no mercado, eles vêm com uma data de vencimento.

Ou seja, os bonds não ficam ali para sempre (como geralmente ocorre com as ações). Existe um dia específico no qual o valor do título será devolvido ao investidor e ele deixará de existir, encerrando a operação entre as partes.

Em alguns casos os Bonds podem vir com datas prévias em que ocorrerão os pagamentos dos juros e as amortizações referentes ao valor do título.

O que isso significa? Suponha que um investidor tenha comprado um Bond de um país.

Esse investidor pagou R$ 1.000,00 para conseguir acesso a um Bond com remuneração atrelada a inflação mais um juro prefixado.

No caso desse Bond, os juros prefixados são pagos de forma semestral, sendo que a amortização do valor do título começa a acontecer dois anos antes do vencimento com pagamentos fracionados do valor do principal a cada semestre.

Ou seja, em 4 semestres o valor do principal do título será devolvido totalmente.

Com relação aos juros, os pagamentos ocorrerão a cada semestre, desde o início da aplicação até o final dela.

Essa forma de remuneração é bem interessante, uma vez que o investidor já consegue receber parte de seus ganhos e até parte do valor investido inicialmente antes do vencimento.

Desse modo, não há necessidade de ficar aguardando o vencimento do título para conseguir o dinheiro de volta ou ao menos parte dele.

Mas esse foi apenas um exemplo possível de formatação de um bond. Existem vários formatos com pagamento antecipado ou não de juros e amortizações, de forma que esses títulos podem interessar a diferentes tipos de investidores.

Como mensurar a qualidade dos Bonds?

Não são todos os Bonds que possuem alguma espécie de garantia. No Brasil, para títulos emitidos por bancos, existe a garantia do FGC como ocorre com as LCI, LCA, CDB entre outros.

Em grande parte, os países que emitem Bonds também oferecem a garantia do Tesouro Nacional da respectiva nação.

Mas quando tratamos de Bonds referentes empresas e demais corporações, o investidor deve ficar atento às garantias que tal título pode oferecer.

As informações referentes à garantia do título devem estar listadas no prospecto da emissão dos Bonds.

Outra forma de conseguir se basear na qualidade do ativo é por meio das notas das casas de ratings, como a S&P, Fitch e Moody’s.

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