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Trader

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O que é um trader?

O trader é a pessoa responsável pela compra e vendas de ativos no mercado financeiro, em negociações com seus próprios recursos (trader autônomo) ou com recursos de instituições (trader profissional).

Embora o lucro de um trader seja o retorno de seu investimento, ele não deve ser confundido com a figura do investidor. Ambos possuem características diferentes e modos distintos de operação, de acordo com o objetivo único de cada um.

Assim sendo, a seguir você entenderá melhor cada uma dessas diferenças, além de conhecer a rotina dos traders e identificar se essa “profissão”, por vezes tão lucrativa, é mesmo a melhor opção para você. Vamos lá!

Como um trader trabalha?

Pelo menos uma vez na vida, você já deve ter se deparado com o estereótipo do trader.

Ele é, no universo cinematográfico, um dos vários indivíduos apressados que trabalham na Bolsa de Valores. Com mais telefones do que pode segurar em cada mão e rodeado por pilhas infinitas de papel, seu trabalho é gritar ordens de compra e venda freneticamente a cada instante.

Felizmente, o dia a dia de um trade hoje em dia passa bem longe disso.

Para começar, com o desenvolvimento da tecnologia, o operador ganhou liberdade para trabalhar no ambiente que considerar mais conveniente. Se quiser (e seu contratante permitir, no caso dos traders profissionais), ele pode trabalhar em casa, em um escritório ou até em outro país.

Basta ter acesso à internet de qualidade, um aparelho mobile e um CPF válido. Além de recursos disponíveis, é claro, cuja exigência de valor mínimo é bem pequena em certos casos.

Um marco para a flexibilização da rotina do trader foi a criação do Home Broker, ferramenta criada em 1999, para a compra e venda de papéis online.

Além do mais, com a disseminação da educação financeira gratuita na internet, muitos traders independentes passaram a surgir. Afinal, os requisitos para operar (citados logo acima) já são acessíveis a uma grande parcela da população.

Qual é o perfil de um trader?

Primeiramente, é importante ressaltar que cada um dos tipos de trader comporta um conjunto de habilidades distintas.

O trader profissional, ou seja, aquele que trabalha formalmente para as organizações, precisa ter graduação na área (em geral, Administração ou Economia).

O mesmo, no entanto, não é exigido de um trader autônomo. No caso dele, o conhecimento do mercado financeiro é adquirido apenas após um grande volume de estudos independentes, consulta ao conteúdo de especialistas (como o que você encontra aqui no Mais Retorno!) e sequências de tentativa e erro.

No entanto, ambos os perfis compartilham, em igual maneira, de grande capacidade de adaptação, dinamismo e disciplina.

Afinal, não é possível operar em um contexto de mudanças tão rápidas e constantes, como o financeiro, sem desenvolver essas qualidades.

Além disso, para ser um trader de sucesso é necessário gerenciar riscos com maestria.

Pessoas com tendência a abandonarem as estratégias definidas e agirem por impulso logo no primeiro revés, por esse motivo, devem passar bem longe dos trades.

O mercado não perdoa amadores.

Como é a rotina de um trader?

Como já vimos, traders possuem certa liberdade sobre seu local de trabalho, a depender do seu tipo de função (autônoma ou institucional).

Mas como será que um trader realmente organiza o seu dia de trabalho?

Para determinar isso, é necessário entender o tipo de trade com o qual esse operador atua.

No caso do day trade, por exemplo, ele precisa estar conectado boa parte do dia, dividido entre planejamento e operação.

Já no caso do swing trade ou do position trade, a demanda cai para algumas horas semanais, sendo que há dias em que nenhuma operação é feita.

Qual é a diferença entre trader e investidor?

A principal diferença entre o trader e o investidor diz respeito à motivação de cada um deles.

O investidor foca a aplicação do dinheiro no retorno de longo prazo, a partir da valorização dos ativos e dos dividendos.

Enquanto isso, o trader foca na oscilação entre o valor de compra e venda dos ativos. O lucro resulta da diferença positiva entre esses valores e o seu papel é predominantemente especulativo, sem a pretensão de manter o capital aplicado por longos períodos.

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