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Startup

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O que é uma startup?

Startup é o termo utilizado para definir um tipo de empresa que, mais do que apenas estar em fase inicial de desenvolvimento, tem um modelo de negócio escalável, baseado na comercialização de bens e serviços por vezes inovadores.

Usado já há muitas décadas para definir as companhias iniciantes no mercado, o termo evoluiu para englobar principalmente aquelas que se dedicaram (e se dedicam) a compor ideias novas e tecnológicas.

Os produtos comercializados são em geral carregados de incerteza, visto que não se baseiam em fórmulas já afastadas pelo mercado tradicional. Apostar na construção de um site que interliga pessoas é mais incerto do que criar uma confeitaria, por exemplo.

Ainda que a empresa seja recém-criada, ela não traz nada de diferente ao mercado, que já compreende a rentabilidade do estabelecimento e possui modelos de sucesso na área.

Em resumo, se não é inovador, escalável e repetível, não se costuma denominar como startup.


Quais são as características de uma startup?

Inovador, escalável e repetível… Certo… Mas você sabe o que isso realmente quer dizer?

A primeira característica é a mais fácil de se identificar. Se chama de inovador aquilo que traz novas contribuições a processos e padrões já reconhecidos. O conceito não está ligado somente à criação de novos produtos ou serviços, mas principalmente à capacidade de reinventar parâmetros consolidados, desenvolvendo novas formas de se fazer, de se produzir e de se gerenciar.

A segunda característica, por sua vez, diz respeito aos modelos de negócio cujo crescimento não está restrito a um aumento proporcional dos gastos

Por esse motivo, startups são reconhecidas como escaláveis: elas são ágeis na construção de resultados, se expandindo com velocidade e multiplicando a receita.

Por fim, a terceira característica está atrelada à repetibilidade - isto é, a capacidade de replicar uma experiência de consumo, levando-a a mais consumidores sem necessariamente ter que alavancar os gastos de produção de forma proporcional.

Como complemento a esses três atributos, as startups passaram também a ser reconhecidas pelo seu forte apelo tecnológico e pela flexibilidade de seus processos internos e externos.

Por que as startups se popularizaram tanto?

Como te contamos ainda na primeira seção, o termo startup surgiu muito antes do aparecimento das primeiras companhias inteiramente ligadas aos serviços digitais, ao final do século XIX.

Ainda assim, é conhecido de todos o fato de que foram justamente essas companhias que garantiram que o termo se popularizado tanto, a ponto de não haver na língua portuguesa uma tradução direta para a expressão.

Boa parte da responsabilidade por esse movimento recai sobre as organizações fundadas ainda durante a “bolha da internet”.

Observar o seu rápido crescimento, com lucros cada vez maiores e com produtos capazes de alterar os padrões de comportamento de uma gama de consumidores ao redor do mundo garantiu que o mundo (e até os estudos acadêmicos) voltassem os olhos para as startups, em busca de compreender como influir em tamanho sucesso.

É claro que, daquela época, muitas não sobreviveram. Ainda assim, a habilidade de gestão de algumas empresas específicas (como as componentes do FAANG) e uma nova e constante leva de startups, garantiu que o modelo se firmasse como um tipo relevante de organização empresarial em todo o mundo.

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