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Prejuízo

O que é prejuízo?

Prejuízo é o nome dado a um dos resultados possíveis de um investimento, no qual o investidor acaba por receber um saldo negativo naquela aplicação. Em outras palavras, o prejuízo está diretamente ligado a aplicar um valor e receber outro ainda menor no futuro, havendo inclusive as ocasiões em que se tem que desembolsar ainda mais dinheiro para cobrir o rombo.

Aqui, podemos citar muitos exemplos. Desde a casa que aquela sua tia comprou, esperando uma supervalorização do imóvel (que nunca se valorizou tanto assim e depois "comeu" mais dinheiro e tempo em reparos inesperados) até a empresas, de todos os portes, que vão a falência quase que diariamente.

Os sócios daquela companhia investiram dinheiro nela (oi, Capital Social!) e obtiveram prejuízo quando ela não prosperou - não importa se são grandes empresários ou aquele casal de amigos seus que decidiu abrir uma padaria aí no seu bairro.

O cálculo básico do prejuízo é mesmo muito simples.

Se a diferença entre "Retorno do investimento" e "Capital Investido" (ou ainda "Receita" e "Custos", quando analisamos as operações de uma empresa) é positivo, há o (tão amado e esperado) Lucro. Por outro lado, se essa diferença é negativo, tem-se Prejuízo (não tão amado e esperado assim).

Em alguns casos, o prejuízo nem sempre decreta o fim definitivo de um negócio ou de um investimento. Por exemplo, há vezes em que as empresas passam por difíceis períodos de crise e fecham alguns meses no vermelho, se recuperando progressivamente ao longo do tempo até lucrarem de forma contínua outra vez.


Qual é a relação entre o prejuízo e a tolerância aos riscos?

Quando se trata de investimentos, não raro um dos primeiros passos para a definição das estratégias está ligado a entender qual é o perfil de cada investidor no que tange à sua tolerância aos riscos.

"Tolerância aos riscos", aliás, é quase um termo próprio. Mas você entende exatamente o que ele define? Ou ainda o que a nossa definição de prejuízo tem a ver com isso?

Bom, todo investimento tem risco. Isso significa que toda aplicação disponível no mercado oferece uma possibilidade de prejuízo - algumas são maiores e outras, menores. Seja como for, a chance de se perder dinheiro está presente, visto que todo investimento financeiro se trata, em geral, de um tipo de empréstimo.

De forma mais generalizada, o credor se dispõe a emprestar dinheiro para a companhia emitente dos títulos em troca de um benefício, que pode ser de devolução desse capital com juros (o tal título de crédito) ou de se tornar dono de uma cota da empresa (título de propriedade). Quem opta pela primeira opção, tem uma estratégia clara para lucrar: o recebimento dos juros. Quem opta pela segunda, por sua vez, está interessado na valorização das ações daquela companhia e no seu crescimento de modo geral, para assim poder lucrar.

E, em ambos os casos, há o risco dessa perspectiva não se concretizar. O devedor pode dar um calote ou a empresa pode simplesmente falir.

Como o risco está diretamente ligado ao conceito de ameaça e não há ameaça positiva, sempre que se trata de risco se trata de prejuízo.

E quando se levanta se alguém tem uma baixa ou uma alta tolerância aos riscos, o que está implícita é a questão: essa pessoa tem uma menor ou uma maior sensibilidade aos prejuízos? Perder 1 real que seja em uma aplicação é o suficiente para matá-la do coração ou ela se manterá focada na estratégia que desenhou, fazendo apenas pequenos ajustes quando necessário?

Assim como o lucro é o que atrai muitas pessoas para o universo dos investimentos, o prejuízo é o que afasta muitas delas.

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