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Planejamento Financeiro

O que é o planejamento financeiro?

O planejamento financeiro é o resultado do ato de, em posse de uma análise honesta das finanças atuais de uma pessoa ou empresa, definir ações futuras capazes de levá-lo a alcançar os seus objetivos nessa área.

Aqui, considera-se como áreas de foco desde as entradas (receitas) até as saídas (despesas) e investimentos, visto que em geral cada um desses subgrupos possui os seus próprios planos.

Gastar apenas X esse mês, poupar Y até o final do ano, aumentar o meu salário em Z vezes no próximo semestre… São apenas alguns exemplos de metas definidas e que demandam estratégias específicas para se concretizar.

Não apenas como meios para conquistas positivas e felizes, como também para a antecipação de eventos desagradáveis. Assim é possível lidar melhor com eles, evitando uma bola de neve de endividamentos, gastos desnecessários e falta de clareza quantos às prioridades individuais.


Como o planejamento financeiro funciona?

Você pode nem perceber, mas se planejar é uma habilidade intrínseca do cérebro humano.

Do contrário seríamos ótimos monges, meditativos e presentes no presente. Na realidade, passamos boa parte do tempo no futuro.

Mas, calma, ainda não inventaram uma máquina do tempo que levasse o nosso corpo até lá: a única passageira dessa viagem instantânea é a nossa própria mente (até agora, pelo menos).

Afinal, ser capaz de “prever” o futuro, antecipar complicações, comportamentos e ciclos e, ainda por cima, adequar nossas atitudes para transformar essa predição foi (e é) uma habilidade e tanto para a sobrevivência, concorda?

Contudo, conforme fomos evoluindo, nossas preocupações mudaram. Deixou de ser encontrar uma nova caverna para servir de lar temporário ou presumir se um determinado animal renderia um bom jantar.

Agora, precisamos nos preocupar com as nossas carreiras, os estudos acadêmicos e, é claro, com as nossas finanças. E embora esse objeto tenha mudado, o objetivo continua o mesmo: a partir da consciência de onde estamos, traçar um plano até onde queremos chegar.

O planejamento financeiro é, portanto, a estratégia aplicada ao nosso rico dinheirinho.

Para que serve o planejamento financeiro?

Se apenas visualizar o seu antepassado fazendo cálculos com pedras para definir quando recolher a colheita não é o suficiente para te convencer do quanto o planejamento é importante, provavelmente algum dos argumentos a seguir seja mais eficaz.

O planejamento financeiro é essencial para:

  • Evitar descontroles: como não se pode ter todo dinheiro do mundo, estamos sempre equilibrando o nosso capital às nossas necessidades. Se planejando, você mitiga as chances de tomar decisões baseadas apenas nas necessidades imediatas.
  • Definir prioridades: comprar um sapato novo ou investir naquele novo empreendimento? São tantas as opções que, somente tendo nossos propósitos bem claros, podemos escolher com mais propriedade - sabendo, inclusive, o que nos coloca mais perto ou mais longe daquele sonho.
  • Aumentar as receitas: isso mesmo! Conhecendo melhor os nossos objetivos, podemos definir quanto precisamos ganhar a curto e longo prazo e, mais importante, para quê. Assim, ganhamos um gás extra para correr atrás de incrementos na renda.
  • Diminuir os gastos: se você sempre sonhou em gastar menos (pois tem ao menos a consciência de que já comprou desnecessariamente), por descontrole (nosso argumento número 1) e falta de prioridades claras (argumento 2), saiba que com o planejamento financeiro pronto, a tendência é ser capaz de enxergar oportunidades reais de cortes no orçamento.

Quais pontos analisar para criar um planejamento financeiro eficiente?

A criação de um planejamento financeiro passa por dois pontos básicos: o seu planejamento de vida e os subgrupos.

No primeiro caso, como já tratamos no artigo sobre goal-based investing, é uma questão de alinhamento. É necessário ser estratégico no uso do dinheiro para alcançar os seus planos de vida (ou no caso das empresas, na concretização da visão). Os objetivos do planejamento financeiro devem propiciar a realização do planejamento de vida.

Já no segundo, é mais simples: uma vez realizado o passo anterior, trace metas para as entradas, as saídas e os investimentos. Encare-os como tijolos na construção do objetivo traçado.

Conforme progride, revise o passo número um (de modo a ter certeza da coesão) e atualize o número dois (de modo a ter sempre metas desafiadoras de verdade).

 

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