O que é Estatizar?

O termo “estatizar” significa, literalmente, “tornar do Estado”. Portanto, estatizar uma empresa, por exemplo, quer dizer torná-la pública.

Este termo – ou verbo, como queira chamar – pode ser ramificado em diversas expressões que, no fim das contas, significam a mesma coisa: atribuição de um patrimônio ao Estado.

Você já ouviu falar em empresas estatais? Sabe o que elas representam para os países?

Pois bem, vamos nos aprofundar neste tema e te explicar, de uma vez por todas, como essa ação patrimonial acontece e qual a sua influência sobre o nosso cotidiano – e, mais ainda, sobre o mercado financeiro!

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Como, quando e por que Estatizar?

Normalmente, o interesse pela estatização de uma empresa acontece por dois motivos: possível quebra ou possível lucratividade aos cofres públicos.

Quando falamos em quebra, estamos nos referindo àquelas empresas que estão a um passo da falência, muito provavelmente por falta de investimento ou até mesmo por má administração.

Essas empresas, porém, possuem serviços de grande valia para o Estado. Sendo assim, vendem uma parte ou então toda a companhia para o poder público, que passa a investir e administrar o negócio em questão.

Agora, quando falamos em lucratividade nos cofres públicos, estamos falando de empresas estatizadas, ou seja, que já são patrimônio do Estado.

O Estado, por sua vez, possui a chance de lucrar com a administração delas ou, até mesmo, com a privatização de tais empresas! Imagine o poder público como um grande investidor, que compra e vende ativos a fim de alavancar seus rendimentos: a ideia é mais ou menos essa.

Pense: por quanto o governo poderia vender negócios como a Petrobrás, a Caixa Econômica Federal ou os Correios? 

Claro que esses órgãos são apenas exemplos de empresas estatais brasileiras, sendo que normalmente a privatização (o exato oposto do ato de estatizar) acontece quando o investimento em determinada companhia já não gera tanto lucro assim.

Estatizar: quais são as vantagens e desvantagens desse processo?

Essa pergunta costuma dividir a opinião de muitos críticos, partidários e economistas. Cada personalidade costuma enxergar os pontos positivos ou negativos sob as perspectivas que mais lhes convém.

Nós, aqui, temos um dever para com a imparcialidade. Damos as informações e deixamos que você decida por si só!

Vamos começar te explicando as possíveis vantagens...

Ao decidir estatizar uma empresa, o Estado assume total responsabilidade perante a administração, controle e fiscalização do negócio.

Essa é a maior vantagem do patrimônio público: todas as regras previstas em contrato, bem com ordens legislativas tendem a serem cumpridas. Não se engane, nós dissemos tendem...

Isso porque – e agora falando sobre desvantagens – sabemos bem que a corrupção existe e exige um trabalhão para ser combatida, desde que o mundo é mundo.

Ou seja, o lado negativo sobre estatizar uma empresa está justamente nas brechas e falhas do sistema judiciário brasileiro. Se o Estado manda na empresa e o próprio governo/administração está corrompiada, a contenção de atos ilícitos se torna mais difícil.

Além disso, o excesso de estatização acaba sendo prejudicial a competição comercial do país.

Isso porque o Estado não precisará se preocupar em oferecer um produto ou serviço melhor que o do concorrente, ao contrário de uma empresa privada, que está sempre em busca de inovação para conseguir sobreviver no mercado.

Afinal, o país precisa contar com empresas que desempenhem seu serviço de maneira exemplar, mas também precisa da competição comercial que faça girar a economia local.

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