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Empréstimo

O que é um empréstimo?

Empréstimo é o nome dado a um tipo específico de relação financeira, em que uma das partes toma dinheiro da outra, acordando um prazo específico para que o mesmo seja devolvido. Usualmente, a devolução ocorre também mediante o pagamento de juros.

Os juros é que recompensam o credor por abrir mão do seu capital por aquele período, que pode ser longo ou curto, e por assumir ainda o risco de nunca ser pago - que sempre existe, convenhamos. Tudo isso confere um caráter de investimento ao empréstimo, como entenderemos melhor no tópico a seguir.

Por ora, pontuamos que existem muitas formas de se realizar um empréstimo atualmente. Algumas delas são:

  • Empréstimo em cheque especial: Crédito pré-aprovado, de modo que o capital é concedido ao devedor assim que todo o dinheiro contido em sua conta bancária é gasto;
  • Empréstimo com penhor: Jóias e afins são itens corriqueiros nos penhores, de modo que o devedor os entrega como garantia;
  • Empréstimo consignado: Crédito que, uma vez tomado, é cobrado em parcelas diretamente na folha de pagamento do tomador;
  • Empréstimo rotativo: Mais comum no cartão de crédito, em que o tomador paga o valor mínimo da fatura e parcela o restante.

Como o conceito de empréstimo se relaciona com os investimentos?

Seu primo se enrolou todo com uma dívida no cartão de crédito? Vai lá no banco e faz um empréstimo. A sua tia quer reformar a casa dela imediatamente, porque senão ela vai morrer do coração (pelo menos na cabeça dela) se tiver que juntar dinheiro antes da obra? Vai lá no banco e faz um empréstimo.

O seu cachorro quebrou a patinha e você não tem nenhuma reserva para pagar todas as despesas do veterinário? Vai lá no banco e faz um empréstimo.

Isso parece familiar para você? Pois acredite: é algo familiar para muita gente Brasil afora.

Contudo, os empréstimos concedidos pelo gerente do banco não é a única forma genuína de se emprestar dinheiro.

Você sabia que os investimentos nasceram justamente como uma forma de empréstimo?

Pense bem: antigamente, fulano queria comprar tecidos para costurar novas roupas e vender na cidadezinha. Como não tinha qualquer dinheiro, ele batia na porta do vizinho e pedia a quantia necessária para tocar o seu empreendimento. Em troca, oferecia parte no negócio ou a devolução integral dos valores, acrescidos ainda de uma compensação (os juros).

Se já houvesse um banco naquela época e lugar, ele se dirigia direto à instituição financeira. Contudo, ela faz exatamente o mesmo: pega emprestado de quem tem dinheiro sobrando e empresta para quem tem faltando, intermediando a operação. Isto é, cobrando e pagando juros, até formar o tal spread bancário.

Diante disso, percebemos que mesmo os investimentos realizados atualmente, cercados de tecnologia e modernidade, partem desse princípio e se tratam também de empréstimos.

Agentes superavitários e os empréstimos

Sabe aquele sujeito que tem dinheiro sobrando, que citamos no tópico anterior? Ele é formalmente chamado de agente superavitário

Se você já investe hoje, saiba que você também é tido como um agente superavitário dentro dos seus investimentos, assim como os bancos que emprestam dinheiro para o público em geral.

Agentes deficitários e os empréstimos

Por outro lado, aquele que tem dinheiro em falta e o toma emprestado, é o agente deficitário. É ele quem paga os juros aos agentes superavitários, podendo se tratar de uma pessoa física ou, ainda, jurídica.

Quando uma pessoa investe em um banco, através de um título de emissão bancária, o banco é tido como o agente deficitário da relação.

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