Última modificação em 23 de setembro de 2020

O que é Design Thinking?

Design Thinking é um termo utilizado para definir o processo de pensamento criativo e crítico que possibilita a organização de ideias para estimular tomadas de decisão e busca por conhecimento. Não é um método específico - na verdade é uma forma de abordagem.

Essa estratégia não traz uma fórmula específica para a sua implementação. Ela cria as condições necessárias para aumentar a geração de insights — e a melhor forma de aplicá-los na prática. A ideia é que o processo como um todo seja realizado de forma colaborativa e coletiva, para que assim seja possível reunir o máximo de perspectivas diferentes.

Uma das formas mais comuns de utilizar o Design Thinking é na elaboração de novos serviços ou produtos. A partir da reunião de talentos multidisciplinares, é possível agregar ainda mais valor ao que precisa ser criado em todos os quesitos — o que aumenta exponencialmente as chances de sucesso.


Como funciona o Design Thinking?

A forma de pensar em uma estratégia de Design Thinking se desdobra em diversos métodos de análise e pesquisa, o que faz com que ele seja visto como um conjunto de processos e práticas - ou seja, um método que propõe novas abordagens aos problemas. Isso tem relação direta com a obtenção de informações relevantes, a análise do que foi coletado e as consequentes soluções propostas a partir do conhecimento que foi gerado.

O foco passa a ser, então, a experiência do público-alvo — ou do consumidor — na busca por respostas aos problemas ou necessidades encontradas por meio do Design Thinking enquanto abordagem metodológica. A grande diferença desse método para os outros é que ele é parte do projeto e da solução, não necessariamente de todos os parâmetros de um problema — como é comum acontecer nos métodos científicos.

A observação da rotina da população gera inúmeros insights em relação ao que as pessoas desejam ou precisam. É o desafio do Design Thinking, então, responder de forma criativa a todas essas necessidades e desejos, prioritariamente por meio do trabalho colaborativo entre as equipes multidisciplinares.

Quais são as etapas do Design Thinking?

Qualquer processo que tenha como objetivo resolver um problema precisa começar com o entendimento do obstáculo que precisa ser superado. Depois, é necessário fazer uma análise das soluções possíveis, a definição de qual delas é a melhor e, então, sua aplicação. No Design Thinking não é diferente e todo esse procedimento pode ser dividido em 4 etapas:

  1. Imersão: que sugere um mergulho em tudo o que envolve e afeta o problema. É válido realizar uma análise SWOT para mapear as ameaças, oportunidades, fraquezas e pontos fortes do negócio, tanto de um ponto de vista interno quanto externo;
  2. Ideação: é a hora de produzir ideias que sejam relevantes para que as melhorias necessárias sejam realizadas;
  3. Prototipação: a fase em que é recomendado criar protótipos do que foi idealizado na etapa anterior para testar as soluções antes de, realmente, investir em sua execução;
  4. Desenvolvimento: é o momento em que é preciso tirar tudo do papel e colocar a solução para funcionar de fato.

Em todos os casos, o processo não acaba na última etapa. Isso porque é preciso que haja um monitoramento constante para que seja possível avaliar o sucesso da operação, além de identificar os pontos de melhoria.

Por que investir no Design Thinking?

Uma das primeiras razões pelas quais é benéfico investir nessa abordagem é o fato de que ela pode ser o diferencial necessário para que uma empresa — ou mesmo um indivíduo — se coloque à frente da concorrência. Dessa forma, será possível conseguir uma maior fatia do mercado e, por consequência, aumentar a lucratividade.

Mais do que isso, a real vantagem dessa estratégia é que, com ela, é possível encontrar respostas para as questões mais importantes do negócio. O Design Thinking consegue desempenhar esse papel de forma extremamente eficiente, o que é fundamental para qualquer problema a ser enfrentado.

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