Última modificação em 10 de janeiro de 2020

O que é o Conselho Federal de Economia (COFECON)?

O Conselho Federal de Economia (COFECON) é um conselho profissional brasileiro, que se dedica a regulamentar e supervisionar as atividades desenvolvidas por economistas no Brasil, assim como a assegurar o exercício legal e ético da profissão.

Segundo o próprio COFECON, o número de profissionais atuando na área atualmente no país excede o número de 230 mil economistas, de modo que o surgimento do Conselho está ligado de forma direta à criação dessa profissão por aqui.

Embora criado em 1951, a partir da Lei nº 1.411/51, o COFECON apenas ganhou os contornos administrativos atuais no ano de 1967. Isso porque foi apenas nesse ano que o decreto-lei nº 200 instituiu o surgimento das chamadas autarquias, grupo da administração indireta do qual o COFECON faz parte até hoje.

Nesse decreto afirma-se que uma autarquia é "o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada".

Em outras palavras, o COFECON faz parte da administração pública, mas tem autonomia em seus processos de gestão tanto dos recursos financeiros, quanto da administração. Além disso, ele obedece a algumas das regras definidas para os órgãos da administração direta (não todas!), como é caso da necessidade de que os seus funcionários também prestam concurso público para adentrar na corporação e o seu orçamento também partir dos tributos pagos pelos cidadãos.

Agora que entendemos a natureza burocrática do COFECON, fica a pergunta: mas o que eles regulamentam? O que faz um economista, afinal? É a essas perguntas que responderemos já, já, no próximo tópico.

Antes, cabe salientar que o COFECON não é responsável pela supervisão dos economistas domésticos. Para tanto, há uma autarquia específica: o Conselho Federal de Economistas Domésticos (o CFED).

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O que é um economista? Quais são as suas funções?

Como você já sabe, a profissão do economista foi criada no Brasil em 1951, graças à lei instituída por Getúlio Vargas. Aliás, é inclusive em alusão à assinatura dessa lei que se instituiu o dia 13 de agosto como sendo o Dia do Economista.

Mas você sabe exatamente o que um economista faz?

É lógico que, de forma simplista, podemos dizer que economista é quem se formou em Economia. O buraco, contudo, é bem mais embaixo.

O economista é o profissional responsável por se valer da Economia, como ciência mesmo, para entender como os bens e os serviços circulam dentro da sociedade, de modo que esse conhecimento lhe permita tomar decisões melhores (como pessoa, como empresa e até mesmo como país).

Como ele faz isso?

Bom, existe uma gama enorme de possibilidades aqui.

Pense em um médico: após formado, ele pode se especializar em um monte de coisas, além de executar uma série de serviços. Se decidir ser dermatologista, por exemplo, ele pode desde ter uma clínica própria a prestar consultorias para a indústria fabricante de dermocosméticos.

O economista (e qualquer profissional, convenhamos) enfrenta algo parecido. Dificilmente todos enveredaram para uma mesma função. Assim, a lista que criamos de funções que os economistas podem desempenhar, para o nosso artigo completo no Glossário Financeiro, é uma "mão na roda" para entender essa profissão.

Veja alguns exemplos:

Lembre-se: esses são apenas alguns exemplos. Para conferir a lista completa, acesse o artigo que preparamos acerca desse profissional clicando aqui.

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